Uma visita ao criadouro de

Fernando Pinto

O Sr. Fernando Pinto, 40 anos, Engenheiro Civil, é alagoano de Maceió, cidade onde possui um criadouro especializado (rua Portugal, 58 - 57050 Maceió-AL) nos belas e difíceis taupídeos. Apaixonado pelas aves nordestinas, ele também possui um criadouro para bichos maiores, como mutuns e macucos e se empenha em projetos de repovoamento no que resta da Mata Atlântica do estado de Alagoas. Um pouco da sua experiência é passada para os leitores de AO nesta entrevista.

AO: Já faz tempo que vem se dedicando à criação de aves?

Sr. Fernando Pinto: Desde que me entendo de gente que mexo com aves. Meu pai gostava muito de passarinhos e possuia vários viveiros. Quando pequeno saímos, eu e meu pai, para pegar passarinhos. Nunca fui de matá-los e, sim, de criá-los, vê-los reproduzindo. Assim, durante toda a vida, tenho sempre estado em contato com as aves. Porém, só depois de conhecer o Sr. Pedro Nardelli é que passei a ver a coisa de um outro ângulo. E isso ocorreu logo após a minha formatura. Naquela época fui trabalhar em uma usina que, coincidentemente, era o último reduto de Mata Atlântica de baixada e lá Nardelli há 1 ano e meio executava um projeto para a captura de alguns dos últimos exemplares do mutum-do-nordeste Mitu mitu mitu (ver «AO» nº 30, pág.6) na natureza. Naquela ocasião eu possuia uma fêmea daquele raríssimo mutum e desconhecia a sua importância. Sabendo da presença daquele grupo ali, informei sobre a tal fêmea e logo fui procurado pelo pessoal. Cedi-a para o Nardelli e, a partir daí, fizemos uma grande amizade, ele sempre me incentivando e me mostrando novos horizontes na área de criação. Depois visitei o criadouro dele, em Nilópolis-RJ, conhecendo todo o sério trabalho que desenvolve e isso me fez repensar toda minha criação, partindo para uma objetividade maior. Abandonei aquela postura de criar tudo, granívoro, «bico-redondo» e até bicho de pêlo - como coelho silvestre, cutia - o que aparecesse. Dessa forma, dei um basta e, como na época não dispunha de tanto espaço para começar com aves maiores, como o mutum, recomecei com as saíras. Isso porque ninguém praticamente criava essas aves e tudo que se referia às saíras era novidade. Por exemplo, o tipo de viveiro, de gaiola, de alimentação, de manejo etc., nada era conhecido. Precisávamos pesquisar, adaptar, inventar. Além disso, tínhamos em Alagoas várias espécies endêmicas. A fauna da Mata Atlântica do nordeste é diferente da do sudeste, como da amazônica. Um exemplo é o sete-cores Tangara faustuosa, a mais bela saíra que conheço, que está restrita hoje a Pernambuco e Alagoas. Para se ter uma idéia, só resta 1,5% da Mata Atlântica original no nordeste e desse 1,5%, 80% dessa cobertura se encontra em Alagoas. Criando as saíras em cativeiro, comecei a me interessar em saber como elas vivem em liberdade, na mata, no seu hábitat natural. E, assim, passei a entrar em contato com o pessoal de pesquisa. O Sr. Pedro Scherer Neto, por exemplo, esteve aqui, comigo. Também conheci o Dante Martins Teixeira, que é diretor do Museu Nacional, no Departamento de Ornitologia; ele fazia, desde 1979, um trabalho de levantamento da avifauna da Mata Atlântica. Em 1982 nos conhecemos e passei a acompanhar todo o trabalho de pesquisa de expedição com ele. Praticamente ele montou base aqui em casa. Programava minhas férias e saía com ele. Foi uma experiência muito boa para mim, porque deste aquele ano até ano passado aproveitei toda essa experiência para aprender. Assim, atualmente tanto me dedico à criação em cativeiro, como à pesquisa de campo. A situação da Mata Atlântica é muito preocupante hoje e também me empenho em sua preservação. Há poucos dias esteve aqui o presidente da SBCN, o Sr. Jairo Costa, e estamos tentado viabilizar alguma reserva desses resquícios da Mata Atlântica, que hoje se restringe aos municípios de Muricí e Quebrangulo. São áreas montanhosas, que não se prestam ao cultivo de lavoura e, assim, ainda estão preservadas. Estamos com um projeto junto à SBCN, ao Instituto Arnon de Mello, com participação da Salgema, à WWF, enfim, fazendo um movimento a fim de preservar essa pequena e última reserva.

AO: E sobre seus criadouros?

Sr. Fernando Pinto: A nível de criatório, temos praticamente dois (ambos registrados junto ao IBAMA com o nome «Criadouro Sete- cores»): um, para as aves menores, aqui em casa. O outro, em sociedade com José Nogueira (um amigo de infância; estudamos e nos formamos juntos) está na fazenda dele e criamos aves de maior porte, como o mutum. Também estamos desenvolvendo um trabalho para reprodução e reintrodução na natureza do macuco-do-nordeste Tinamus solitarius pernambucensis, cujo último reduto está no município de Murici. Estamos estudando a possibilidade de um convênio com o «Criadouro Crax», do Roberto de Azevedo, que tem muita experiência nesse aspecto com o Crax blumebachii, e com o Tinamus solitarius solitarius (no ano passado criou 53 filhotes dessa última espécie). Já começamos a coleta de alguns ovos na mata e, assim, estamos procurando formar alguns casais para, quando atingirmos uma multiplicação maior, reintroduzirmos em Murici, do mesmo jeito que o Roberto Azevedo hoje realiza na Bahia com o C. blumebachii. Outra pessoa que me deu uma grande ajuda, mais a nível de criação, foi o Carlinhos Keller. Visitei-o algumas vezes em São Paulo e sempre mantemos um contato telefônico. Ele me auxiliou muito na área de alimentação e manejo, principalmente na época em que ele criava saíras. Atualmente mantenho contato com outras pessoas que também criam saíras. Uma delas é o médico Aníbal Rolim, em Santa Maria-RS (ano passado conseguiu reproduzir em cativeiro a Tangara faustuosa), outra é o Dalton, em Campinas, que tem uma bela criação de saíras e o outro é Fernando Bignardi, médico em S. Paulo. Mas as saíras são bichos muito ingratos para se criar em cativeiro. Já os mutuns reproduzimos muito bem. Já temos muita experiência de reprodução. O Moacir, em Poços de Caldas-MG, o Pedro Nardelli, em Nilópolis-RJ, o Maurício Ferreira, em Recife-PE, possuem grande conhecimento, toda uma tecnologia a respeito dessas espécies, um roteiro de como se reproduzir cracídeos.

AO: Por que optou pela criação de saíras?

Sr. Fernando Pinto: Minha atração pelas saíras vem já de há muito tempo. Apesar de termos nos muitos viveiros uma grande variedade de espécies, sempre tive uma predileção especial por elas. Acho que pela beleza e pela delicadeza que apresentam. Se compararmos as aves de fruta, especialmente os traupídeos, com outras, vê-se que aquelas têm uma beleza diferente. Com exceção dos beija-flores, elas se sobressaem pelo lindo colorido, pela diversificação das tonalidades, enfim, têm uma singular beleza.

Depois da minha decisão, como já disse, através da influência do Nardelli, em redirecionar minha criação para um tipo de ave, optei pelas saíras, primeiro como um desafio, pois de todas as aves que criava, elas eram as mais difíceis e, depois, por serem muito bonitas. No início eu era apenas um colecionador de saíras, pois, mesmo com contatos com criadores do sul, como o Nardelli e o Keller, não tinha o conhecimento que tenho agora. Eu queria ter todas as espécies de saíras do Brasil. Cheguei a possuir 53 espécies diferentes aqui. Tinha todas as saíras do nordeste e quase todas do sul, já começando a ter várias da Amazônia. Mas hoje penso diferente. Pela raridade das saíras do nordeste, pela devastação que as matas nordestinas estão sofrendo, prefiro então fazer um trabalho mais objetivo com as daqui. Assim, por exemplo, se posso ter 10 casais de diferentes espécies do Brasil, prefiro ter 10 casais de, vejamos, T. fastuosa, pois terei muito mais condição de pesquisar, de estudar, publicar trabalhos e, assim, conhecer mais profundamente as peculiaridades de cada espécie. Também tenho muitas pipras daqui e, a cada dia, vou me assegurando que esta nova visão é a mais correta. Quanto ao tema preservação, vejo que se apenas reproduzirmos uma espécie em cativeiro não significa que sua preservação está garantida. Temos que ter primeiramente a preservação é do seu hábitat natural. Aquele seu ambiente precisa ser conservado. Um exemplo é o caso do mutum-do- nordeste. O Nardelli está criando em cativeiro. Muito bem. Mas ele vai repovoar onde? Praticamente já quase não existe mais mata para soltá-los. Assim, o trabalho para se fazer o repovoamento fica muito difícil e aquele mutum está fadado a, no máximo, viver em cativeiro. Quero, além de reproduzir em cativeiro, conhecer o bicho, conhecer seu hábitat, procurar manter intacto esse ambiente para repovoá-lo. A reprodução, ao meu ver, é apenas uma consequência e não um fim. O fim é a conservação do hábitat. Dessa forma vejo hoje, com muita preocupação, esse aspecto e tenho me esforçado, junto a entidades, entrando em contato com outros criadores, buscando mais e mais informações, pesquisando em campo, procurando fazer convênios com empresas, como a Salgema, para plantio de árvores frutíferas nativas para reforço alimentar nas áreas protegidas para aquelas espécies. Também estamos empenhados num programa de educação e conscientização, através de vídeo, para fazendeiros e usineiros, mostrando primeiro o que eles têm (eles não sabem a fauna e a flora que têm) e, depois, as vantagens de se preservar a mata, mesmo com retorno um pouco mais demorado. Também mostramos alguns aspectos vantajosos que a legislação dá para aqueles que protegem as matas, como a redução de impostos, não ficar sujeitos à reformas agrárias etc.

AO: Como é seu criadouro?

Sr. Fernando Pinto: Meu criadouro, como disse, está dividido em duas partes; uma que fica na cidade, onde estão as aves de pequeno porte, piprídeos, traupídeos e cotingídeos, mais sensíveis, que requerem uma atenção permanente. Outra, na fazenda, onde ficam as de maior porte: cracídeos e tinamídeos. Como somos fiéis depositários do IBAMA para aqueles animais apreendidos e que não têm condição de serem soltos imediatamente, algumas vezes nos víamos diante de um transtorno quando recebíamos algum mamífero ou ave de grande porte, por falta de melhores acomodações. Assim, o Zezinho Nogueira providenciou em sua fazenda uma área de dois hectares onde cercamos com um muro de 2 metros de altura. Metade desta área é constituída por um sub-bosque onde fizemos dois lagos artificiais. Lá, hoje, temos emas, capivaras, cutias, pacas, preguiças, marrecos etc., nessa condição de semi-liberdade. Conseguimos já a reprodução de veados, capivaras etc. Na outra área estão mais aves: macucos Tinamus solitarius pernambucensis, perdizes Rhynchotus rufensis, codornas Nothura maculosa, nhambus Crypturellus tataupa e C. lepdopilus etc. Temos também algumas araras, que foram apreendidas pelo IBAMA. Na área maior estamos tentando criar em semi-liberdade, como o Azeredo faz em Belo Horizonte, alguns cracídeos. Cortamos 8 penas de uma asa de mutum e soltamos o casal nessa área, que é bem arborizada. Também fazemos a experiência com um jacu nativo, o Penelope superciliares; deste cortamos as penas dos casais, porém os filhotes serão mais livres. Provavelmente eles ficarão condicionados a virem se alimentar, mas como a mata nativa (que tem como reserva uma área protegida de 150 hectares) fica a uns 500 metros, logo eles poderão repovoá-la expontaneamente.

Sobre o outro criadouro, o de saíras, é bem mais complicado. Temos viveiros grandes, coletivos - porém onde colocamos poucos exemplares (principalmente quando se trata dos piprídeos; eles têm um display, um ritual de acasalamento muito complexo. O dançarino, por exemplo, requer muitas fêmeas para cada macho, tem que ter um palco de dança etc.). O viveiro para piprídeos tem que ser grande e, nele, aproveitamos o espaço e colocamos alguns traupídeos. Para estes, especificamente, temos viveiros individuais para os casais. Temos um galpão onde estão 64 gaiolas que utilizamos tanto para quarentena como para a formação de casais que serão depois colocados em viveiros de reprodução.

No setor de traupídeos temos os viveiros individuais, viveiros coletivos e já estamos executando um projeto para um viveiro de 22 x 17 x 6 (altura) metros, com muitas plantas, onde colocaremos beija-flores, todos do Nordeste.

As gaiolas são todas de arame, sem fundo, e dispostas em três níveis, umas sobre as outras. O chão, que fica bem abaixo das gaiolas, tem um revestimento com areia. Toda a sujeira das gaiolas cai sobre essa areia. Nessa areia desenvolvemos a criação de uma baratinha-da-areia e de tenébrio-gigante que processam todo esse resto de alimento, fezes etc. que cai na areia. Assim, como se pode comprovar, não sentimos aquele cheiro de fermentação no galpão, pois esses insetos processam essas sujeiras. Ao mesmo tempo utilizamos esses insetos para complementarem a alimentação das saíras. Sobre a localização, essa área fica exposta ao sol da manhã. Internamente uma cortina é fechada à tardinha, quando uma pequena lâmpada é acesa por alguns minutos, permitindo a acomodação das saíras. Numa área externa, ao ar livre, construímos uma bateria de suportes onde são colocados, geralmente em dias alternados, os gaiolões para exposição direta ao sol, por algum tempo. Lá comporta 20 gaiolas; como temos 60, fazemos o rodízio. O tamanho dessas gaiolas é de 50 cm de comprimento, 40 de largura e 40 de altura. Algumas têm 30 de altura. As maiores, para juruvas, arapongas, têm 1 metro de comprimento e 60 de altura. Todas têm a mesma largura. Toda área externa da construção tem revestimento de cimento, procurando ao máximo evitar a presença dos ratos. Também com esse intuito, na construção dos viveiros, foi colocada uma camada de metralha sob o piso, que ficou também elevado do solo uns 60 centímetros, visando dificultar ao máximo a entrada de roedores. Assim, praticamente ficamos livres dos ratos maiores. Para os pequenos, distribuímos caixas com veneno que semanalmente é substituído (marca diferente). Internamente todos os viveiros são arborizados e possuem água corrente, pelo sistema conta-gota.

Quanto à reprodução de saíras e piprídeos, poucos têm tido sucesso e, mesmo assim, em episódios esporádicos. Ainda não existe uma rotina de criação. Só a partir de um ano é que consegui reestruturar todos os meus viveiros e refazer minha coleção de saíras. Antes disso já havia conseguido um bom avanço na criação, ou seja, cheguei a ter 10 filhotes de saíras, mas deles só consegui criar 3; não conseguia ir adiante, por diversos problemas. Um deles eram os ratos. Outro as formigas. Agora, tentamos, com toda essa reestruturação, conseguir um avanço melhor.

Sobre ninhos, uso os de xaxim, que são revestidos externamente com orquídeas, que é uma planta resistente - são os ninhos preferidos, pois a maioria faz ninho em taça; tenho ninhos de troncos ocos, pouco aceitos pelas saíras, ninhos de caixa, preferidos pelos gaturamos. Tive uma boa experiência com o aproveitamento de ninhos de xexéu-verdadeiro, aquele ninho em bolsa. As saíras parecem se sentir mais seguras nele e, lá dentro constroem seu próprio ninho.

O período de reprodução geralmente começa em outubro e vai até maio.

AO: Fale-nos sobre a alimentação das saíras.

Fernando Pinto: A alimentação é um fator primordial. Muitos pensam que a alimentação se constitui apenas de frutas. Na realidade, as saíras (me refiro aos traupídeos) têm uma necessidade protéica muito grande. Na natureza elas se alimentam muito de insetos. Assim, para se oferecer uma alimentação boa, tem-se que procurar oferecer uma ração balanceada e não só de frutas. Fazemos atualmente uma alimentação constituída por uma papa e uma ração seca. A papa de frutas é constituída basicamente por banana e mamão, complementada por cenoura e beterraba, que são ricos em carotenos, e outras frutas da época. Por exemplo, num copo de liquidificador colocamos 6 bananas-prata, um mamão pequeno, meia cenoura e meia beterraba, complementando tudo com frutas da época, como manga, jambo, pitanga, acerola, goiaba, maçã etc. Evitamos caju e abacaxi por serem muito ácidos. Adicionamos um pouco d'água para obter aquela importante consistência pastosa. Para cada copo de liquidificador colocamos 3 colheres das de sopa de uma mistura seca. Esta contém 1 lata de Neston®, 1 lata de Nidex®, um pacote de Nestrosol®, uma caixa de aveia Quacker®) e meio quilo de farinha de milho (não é o fubá de milho, é a farinha torrada de milho). Essa ração é acondicionada em recipientes plásticos fechados.

Para cada ave é oferecida, em média, uma colher, das de sopa, cheia dessa papa.

Já a ração seca é preparada à partir de rações do comércio. Uso aquela para pássaro-preto e sabiá, granulada, misturada àquela para canários domésticos, cheirosa, vermelha ou amarela, onde adiciono a um quilo de cada uma, uma lata de Neston®. Depois de misturar tudo isso muito bem, adiciono uma colher das de café de Vionate L®. Essa ração está sempre à disposição das saíras.

Tanto a papa como a ração seca são distribuídas logo cedinho. Ao meio-dia a papa é retirada e substituída por um pedaço de fruta. Essa é a alimentação básica. Em dias alternados damos pedaços de pepino ou maxixe, e para algumas que aceitam, damos tomate. O tenébrio vivo é dado esporadicamente. Obviamente para algumas aves, como a juruva, damos uma alimentação mais dirigida, como coração picado; para as arapongas damos frutas picadas misturadas à ração, como se fosse à milanesa. O tratador faz isso com muita rapidez; em cerca de uma hora tudo é trocado. Afinal, temos aproximadamente 200 aves.

O banho é oferecido duas vezes por semana. As banheiras permanecem nos viveiros só o tempo suficiente para que tomem banho.

AO: E sobre medicamentos?

Fernando Pinto: As saíras não podem adoecer. Quando adoecem, morrem logo. O segredo é não deixar adoecer, é fazer uma profilaxia muito séria. Deve-se ter muita higiene, muito cuidado com a alimentação. No caso das Euphonias (gaturamos), como não têm moela, precisam comer constantemente. Para as Euphonias, não damos ração seca, já que na natureza só comem frutas muito maduras; assim, só damos a papa e frutas. Dos traupídeos, são as únicas saíras que se pode manter só com frutas. Nestes dois últimos anos praticamente não morreu nenhuma saíra aqui, das já adaptadas. A fase de adaptação varia de 1 a 2 meses.

Área dos viveiros maiores...

...banho-de-sol para as aves do galpão (à direita)...

...um belo exemplar em banho-de-sol...

...área interna do galpão onde podem ser observadas baterias de gaiolas..

...gaiolas sem fundo. O chão de areia observe as sujeiras...

...viveiros para casais...

...viveiros plantados...

...Sr.Fernando Pinto dá uma larva de tenébrio a um gaturamo.

 

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