Edição Número 83 - Maio/Junho de 1998 - Pág. 6 -ISSN 0104-2386

AO Number 83 - May/June 1998 - P.6

 

REGISTROS QUESTIONÁVEIS DE AVES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

II - PASSERES

 

José Fernando Pacheco & Ricardo Parrini - Rio de Janeiro

 

No AO 81, iniciamos a discussão sobre a existência de registros [publicados] de aves para o estado do Rio de Janeiro, que são questionáveis sob o aspecto de sua validade como dado de distribuição. Esses registros "inválidos" de múltiplas origens, quando indevidamente incorporados nas análises de natureza faunística, biogeográfica e conservacionista podem ocasionar diversas distorções. Naquela oportunidade abordamos onze dos vários pontos que podem interferir na produção de informação inexata de ocorrência de alguma ave. Desta vez, apresentamos dez razões, em sua maioria, já expostas anteriormente. Evidentemente, esses problemas analisados por nós numa escala regional, não são exclusivos e não diferem, em especial, dos problemas encontrados em outros estados brasileiros ou em outros países e suas subdivisões. Na introdução da nota inaugural, nos detivemos com mais debate, na problemática do material de origem comercial exportado do Rio de Janeiro e no procedimento de aceitar registros esquemáticos derivados do uso inadequado de obras compilatórias.

O contexto da validade e precisão dos registros de ocorrência

O cerne da questão da validade de cada um dos registros pontuais de ocorrência está na tentativa de se produzir uma base sólida para formulação da distribuição geográfica, o mais precisa e detalhada possível. O autor de cada registro ou seu divulgador, é assim responsável pela malha de pontos que integrados desenham o mapa de dispersão de cada uma das espécies. Quanto mais informação precisa e correta for reunida, maior será a concordância do mapa produzido pelo especialista com a distribuição real da espécie.

Embora aqui colocada, esta busca de precisão tem seus fatores naturais de limitação, que não devem ser subestimados. A distribuição das espécies conforme sugerida nas múltiplas obras são, em última análise, meras representações imperfeitas de uma esperada dispersão natural. Algumas obras alertam que o encontro dessas espécies dentro dos limites sugeridos, considerando a escala dos mapas de distribuição fornecidos, se faça somente no âmbito dos ambientes apropriados – nada mais natural. A rigor, todas as tentativas de detalhamento de distribuição são pálidos esboços aproximados da realidade. Excluindo as estimativas realizadas a partir de elaborados métodos, é impraticável admitir um acesso simultâneo e em tempo real, aos dados exatos de existência individual e temporal da população da imensa maioria das espécies de aves. Isto tem sido viável apenas em monitoramentos, com uso de recursos tecnológicos, de umas poucas espécies com populações extremamente pequenas. Apenas para estas poucas espécies [e durante a realização do estudo] poder-se-ia dizer que se sabe, num determinado momento, por onde ela se dispersa no espaço físico !

Entre as aves, outro fator complicador importante na determinação da distribuição, é a natural capacidade de dispersão destes seres alados. Dispersão esta, ausente ou pequena em muitos grupos, mas relevante num expressivo conjunto de espécies. Muitas promovem deslocamentos regulares, em larga escala, e são verdadeiros exemplos do fenômeno migratório intercontinental. Por sua natureza, o mapeamento das áreas de invernada de muitas espécies migratórias ainda é impreciso. Em vários casos, as áreas de trânsito e residência não foram determinadas e separadas, faltam dados. Experimentamos um avanço em várias questões dessa natureza, mas no caso do Brasil, parece que já usamos apenas a "intuição" para decidir se alguns visitantes do hemisfério norte permaneciam aqui ou apenas estavam em trânsito para a Argentina. Outras, realizam movimentos menos claramente definidos, que envolvem somente parte da população, são de natureza irregular, ou estão associados a populações de uma parte de sua distribuição e assim por diante. Nestes casos, a distribuição estaria dividida numa de caráter regular e outra de caráter esporádico ou, em outras palavras, uma de distribuição estabelecida e outra transitória.

Adicione a todas essas dificuldades de ordem prática no estudo da distribuição, a veiculação de dados de ocorrência fundamentados em erros e mentiras. Existe um esforço declarado, a nível mundial, na criação de metodologias adequadas e na padronização de coleta de dados científicos, mas não se pode afirmar que, na mesma proporção ou sequer próximo disto, exista uma preocupação de criar mecanismos de avaliação permanente dos dados básicos divulgados, que interferem na determinação da distribuição das espécies. Muitas das técnicas de inventário e censo de espécies tornam-se temas de seminários ou aparecem detalhadas e discutidas em livros textos, mas pouco se tem debatido sobre a "produção", a disseminação de dados de ocorrência errados e o seu controle. Fica a impressão de que os erros e mentiras não existem, ou de que eles não são cometidos por pessoas que fazem ciência. Um pressuposto falso, sem dúvida, considerando a falibilidade humana.

Tentativas de controle de qualidade dos registros de ocorrência

Em alguns países foram criados comitês de avaliação de registros, em âmbito regional e nacional. Há cerca de cinqüenta anos foi percebido que se esses comitês não fossem criados, cada estado do país teria o mesmo (ou quase isso) número de espécies do país inteiro. Tal como antes, ainda é verdadeiro que, a proporção de erros e mentiras publicados sobre a "presença" de espécies numa região qualquer, aumenta na medida em que surgem novos ornitólogos e observadores de aves trabalhando nessa região. Na Ornitologia, diferentemente das outras ciências zoológicas, a identificação tem sido praticada por ornitólogos não taxonomistas, especialmente depois dos anos 40. Com o aparecimento dos guias de campo e sua popularização, mesmo os menos treinados iniciantes passaram a se aventurar na arte de identificar as espécies no campo. Muitas das informações divulgadas na literatura ornitológica provém dessa atividade paralela de identificação e a conseqüente confecção das listas regionais se baseia parcialmente nessas observações. Por outro lado, não seria incorreto afirmar que muitos ornitólogos demonstram ser menos treinados na arte de identificar que muitos observadores de aves. Todos podem falhar: O sistemata no gabinete com a pele na mão, o ecólogo com o pássaro capturado na rede ou o observador de aves com o seu binóculo. Numa visão reducionista do problema, alguns ornitólogos esperam resolver o problema se utilizando apenas dos dados publicados pela comunidade científica. Nós, sugerimos uma ampla e permanente avaliação da questão.

Como já dito em outro lugar (Pacheco, J. F. 1996, Bol. Soc. Bras. Orn., Belém 28:5-8), o registro acatado não difere necessariamente do registro refutado. Existem para o julgamento e absorção do registro na literatura, mais razões de ordem circunstancial do que razões de ordem técnica. A natureza e o fundamento de dois registros podem ser comparáveis, mas um pode ter sido contemplado com a perpetuação e o outro ter sido refutado desde o início. As razões para se refutar registros, tentativamente considerados inexatos, podem não ser razão suficiente para desconsiderar outros. Será que existem registros acatados (e figurados nos catálogos e demais obras, sem ressalva) provenientes de observação sem nenhuma documentação, longe de sua área admitida de ocorrência ou envolvendo espécies de difícil determinação ? Certamente, vários ! Considerando que estas três razões acima são evocadas, em conjunto ou isoladas, para o descarte de certos registros, o que levaria outros registros, nas mesmas condições, a serem "ratificados" nas obras compilatórias ? Com freqüência, há desinformação, desatenção ou falta de utilização de critérios, enquanto em outros casos a decisão de considerá-lo como registro aceitável é diretamente influenciada pela notoriedade do autor do registro, em nítida distinção.

Por outro lado, o critério de se admitir apenas os registros documentados pode levar a distorções, se não combinado com a regra da congruência: "Todo dado novo deve-se somar a outros e permitir uma compreensão coerente do conjunto." Não adianta puramente considerar a existência do documento se ele não se coaduna com o conhecimento global de distribuição da espécie. Há que admitir, entretanto, a dinâmica dos processos de expansão de distribuição e, em alguns casos, do fenômeno de vagância. Se alguém, consegue capturar uma espécie do Nordeste do Brasil, cobiçada por passarinheiros, no Estado do Rio de Janeiro, é admissível supor, numa primeira avaliação, que se trate de um indivíduo escapado de cativeiro. Mas, se ficamos sabendo que esta espécie está expandindo sua área de dispersão em direção ao sul, certamente acataremos o registro, como uma possível evidência deste processo. Por isso, vários registros de espécies foram inicialmente colocados em dúvida e depois acatados, ou vice-versa, quando sua amplitude de distribuição passou a ser melhor conhecida. A documentação representa um ponto positivo na possibilidade de reavaliação do material, mas não deve ser utilizado como único ponto importante. Por outro lado, o material pode induzir a erros, quando não questionados. São conhecidos inúmeros casos de troca de etiquetas, sugeridos ou confirmados entre localidades próximas, margens opostas de rios, diferentes cotas altitudinais, ou mesmo entre estados e países. Na maioria das vezes, não houve intencionalidade do coletor ou curador da coleção, noutras foram verificados indícios de fraude (Knox, A. G. 1993 Ibis 135:320-325; Pacheco, J. F. 1995 - AO 66).

Paradoxalmente, algumas espécies não documentadas (para os critérios de inclusão de um comitê) podem até ser encontradas mais facilmente do que outras documentadas – constantes da lista principal – mas, ao mesmo tempo, desaparecidas ou vagantes. Assim, potencialmente, teremos uma espécie documentada com menos chance de ser encontrada que outras [ainda] não documentadas em atividades regulares no campo.

Discussão sobre a validade dos registros para o Estado do Rio de Janeiro

Esta nota pretende, tal qual a anterior, interpretar alguns registros publicados que de alguma maneira merecem questionamento quanto à sua validade. É de nosso conhecimento, que um número expressivo de espécies foram adicionalmente registradas para o Estado, porém estes registros – em sua maioria realizados por observadores de aves – permanecem inéditos. Alguns destes podem vir a ser incorporados a partir da divulgação de sua base documental, caso existente. Entretanto, muitos são extremamente improváveis por envolver espécies amazônicas, estranhas ao Brasil, ou pares de espécies cujo representante regional admitido é omitido. No último caso, podemos citar os registros de Veniliornis passerinus (não conhecido com segurança no litoral do Sudeste) em lugar de Veniliornis maculifrons, disseminado no Estado e passível de ser confundido com o primeiro. A ausência de critérios, para a aceitação destes registros na lista principal, poderia levar o "bem visitado" Rio de Janeiro a superar artificialmente em número de espécies, os estados de São Paulo, Minas Gerais ou Bahia !

Avaliando, caso a caso, o tema dos registros questionáveis, nos deparamos com um problema de natureza diversa. O problema não está limitado a um registro isolado inserido num trabalho maior, mas, inversamente, na existência de alguns trabalhos que são em seu conjunto questionáveis. Não bastaria para esses casos mencionar os registros "estranhos", porque aparentemente o problema deriva da concepção do trabalho. Dois desses artigos foram mencionados na nota anterior (Ruschi 1965a, Silveira 1968), e se somam a outros três aqui tratados como artigos "descredenciados", segundo comentários abaixo apresentados:

a) Ruschi, A. (1965a) Os nomes vulgares dos beija-flores do Estado do Rio de Janeiro (Trochilidae - Aves) Bol. Mus. Biol. Prof. Mello-Leitão, sér. Divulg. 30:1-3. - com a intenção de divulgar "nomes vulgares" das espécies de beija flor, o autor lista 38 formas que seriam ocorrentes no estado. Trata-se de uma nítida compilação, tal qual preparada para todos os outros estados brasileiros, que incorpora algumas espécies não assinaladas anteriormente, sem fornecer informação adicional.

b) Ruschi, A. (1965b) Os nomes vulgares dos beija-flores do Estado da Guanabara (Trochilidae - Aves) Bol. Mus. Biol. Prof. Mello-Leitão, sér. Divulg. 31:1-3. - na mesma situação que a anterior.

c) Silveira, E. P. K. (1968) Notas sôbre a fauna original de vertebrados florestais nos maciços montanhosos da Guanabara. Bol. Geogr. 203:67-83 - não há menção da metodologia que levou a inclusão de nenhuma das espécies da lista. Parece nítido que a longa listagem apresentada seja apenas uma lista de espécies com "ocorrência" potencial nas matas dos maciços cariocas compilada livremente de catálogos.

 

d) Pimentel, C. R. M. & R. G. Lima (1983) As aves no folclore fluminense. Niterói: Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, 40 pp. - como publicação de divulgação, os autores falharam na tentativa de associar as espécies tratadas com a terminologia científica, por não dispor de consultoria adequada. Dentre muitos erros de interpretação dos nomes vulgares, associam p. ex. o nome "flamengo", utilizado no estado para certas espécies de icteríneos, como Leistes superciliaris e Agelaius ruficapillus, com um flamingo do gênero Phoenicopterus !

e) Simas e Silva, M. (1987) A mata da Serra do Subaio. Bol. FBCN 22:71-78. Menciona, sem circunstanciar, doze espécies de aves ameaçadas que teriam sido observadas, entre 1983 e 1987, incluindo Pipile jacutinga e Calyptura cristata. Em entrevista realizada em 1988, constatamos o despreparo do autor com relação a métodos básicos de identificação, os quais não incluíam sequer o uso de binóculos.

Dando prosseguimento ao nosso objetivo principal, são listadas 10 razões sintéticas para contestar a validade dos registros publicados e, posteriormente, são relacionadas as espécies, alguma vez mencionadas para o estado, enquadradas nestes casos:

a) baseado somente em pele de origem comercial, ou "Rio de Janeiro" , sem dados adicionais, aliado a ausência de outros registros confirmatórios

b) Embora, baseado em pele com origem geográfica atribuída ao Rio de Janeiro, sua distribuição atualmente melhor conhecida (distante dos limites do estado) indica um provável erro de transcrição da localidade para a etiqueta

c) derivado apenas de uma menção genérica embutida em catálogos ou trabalhos monográficos sem associação direta com registros específicos realizados dentro dos limites do estado

 

d) embora exista uma menção específica - baseada (ou provavelmente baseada) em material - o trabalho não fornece informações suficientes para um julgamento crítico da presença da espécie no estado

e) meramente mencionada ou listada sem informações adicionais ou documentação para casos onde a presença no estado requer corroboração

f) o material citado no trabalho original foi reexaminado pelos autores e identificado como espécie diversa

g) observação não documentada, relacionada a espécie, sem hábito migratório, com distribuição distante dos limites do estado

h) baseado apenas numa designação arbitrária de localidade-tipo sem outra evidência da presença no estado

i) registro existente deriva de localidade erroneamente atribuída ao estado do Rio de Janeiro

 

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Última modificação (Last modified): 03-mar-2014