ISSN 0104-2386

N.91 - Setembro/Outubro (September/October) de 1999

 

CETAS: Uma ferramenta no combate ao tráfico de animais

 

Pedro C. Lima* e Sidnei Sampaio dos Santos**

Amazona amazonica – indivíduo reintroduzido, em fase de limpeza de ninho

 

Cerca de 12 milhões de animais silvestres desaparecem todos os anos no Brasil, por causa do tráfico de espécies raras ou de ocorrência mais comum. Entidades ambientalistas internacionais estimam que o Brasil responde por algo entre 10% e 15% do mercado clandestino de animais silvestres, atividade que faz circular, no mundo inteiro, cerca de US$ 10 bilhões por ano, sendo que US$ 700 milhões só no Brasil. Em movimentação de dinheiro, o comércio de animais silvestres só perde para o tráfico de drogas e de armas - explorando a miséria humana, levando pessoas simples que fazem da venda de animais um meio de obter dinheiro, causando assim danos enormes e irreparáveis à natureza, como a extinção de espécies. Os prejuízos gerados pelo tráfico de animais são imensos e muitas vezes irreparáveis: além dos problemas de desequilíbrio ecológico, como cabe lembrar que alguns animais são importantíssimos para a dispersão de sementes, controle de pragas e doenças, garantindo assim o equilíbrio e manutenção no ciclo de vida nos ecossistemas.

Cerca de 30% dos animais silvestres brasileiros recolhidos pelo tráfico vão para o exterior. Os demais têm como destino áreas clandestinas de criação, colecionadores e, principalmente, feiras de rua. O valor e a disponibilidade dos animais dependem da raridade - quanto mais raro mais caro será cotado no mercado do tráfico, fato que coloca as espécies raras e ameaçadas de extinção na preferência dos traficantes mais especializados. Um outro dado alarmante, levantado pelas entidades ambientalistas internacionais, está relacionado ao percentual de animais que sobrevivem ao tráfico. Sabe-se que 90 por cento dos animais capturados morrem no caminho, ou seja, de cada dez animais destinados ao tráfico, apenas um sobrevive. Essa mortandade está diretamente ligada aos maus-tratos a que são submetidos os animais, desde a captura até o transporte para o ponto de venda, sendo que as causas de morte podem ser: fome, sede, doenças, calor, asfixia em ambientes sem ventilação, esmagamento na superpopulação onde são armazenados os animais para transporte, sem esquecer que muitos têm dentes e garras arrancados, são embriagados e ou drogados - geralmente pequenos macacos. Com aves, principalmente psitacídeos (família dos periquitos, papagaios etc.), muitas vezes os vendedores arrancam as penas dos periquitos adultos para vendê-los como sendo de filhotes de papagaio falador ou então utilizam tinta para tingir o periquito nas cores de um papagaio, oferecendo-o também como um filhote. Entre os animais traficados para o exterior descobriu-se que o transporte pode ser feito em fundos falsos de malas, ou na própria roupa, presos pela parte interna dos tecidos. A especialização e a sofisticação, como no tráfico de drogas e de armas, também chegaram no tráfico de animais, principalmente no tráfico internacional, onde sabe-se que de algumas aves (araras, papagaios) estão sendo levados ovos em incubadoras portáteis, em vez de exemplares das espécies, o que torna mais difícil a detecção, controle e fiscalização por parte dos órgãos responsáveis. Outro detalhe importante nesta modalidade é que o valor do ovo é maior do que o de um filhote, isto porque é bem mais seguro e cômodo transportar ovos a filhotes.

O tráfico de animais silvestres pode ser dividido em quatro fases:

Tráfico de animais para a subsistência, que consiste na captura de animais comuns, não ameaçados de extinção, que são vendidos em feiras-livres e na beira das estradas. As aves mais comuns nesse comércio são papa-capim (Sporophila nigricollis), canário-da-terra (Sicalis flaveola), cardeal (Paroaria dominicana), azulão (Cyanocompsa cyanea), coleira (Sporophila leucoptera) etc., pássaros que alcançam valores de dois a cinco reais nas feiras-livres. Estas aves são capturadas de várias maneiras: através de "visgo", um tipo de látex extraído de frutas - como a jaca - ou mesmo sintético; através do método conhecido como "chama", que consiste em utilizar um pássaro da mesma espécie em uma gaiola especial chamada de "esbarro" ou alçapão; através de redes de neblina, próprias para a captura de aves; ou pela coleta de filhotes ainda nos ninhos, entre outras técnicas. Esse comércio está associado aos fatores sociais e culturais, à má distribuição de renda, à ausência de educação e de oportunidades de trabalho. A venda de animais silvestres, muitas vezes é a única fonte de renda para a subsistência de milhares de famílias em todo o Nordeste brasileiro. Por outro lado, cabe lembrar que criar pássaros é um hábito do povo brasileiro, principalmente nas comunidades rurais, onde podemos observar várias gaiolas penduradas nas varandas. Nesse comércio já tivemos oportunidade de constatar que uma única pessoa é capaz de capturar até 200 azulões (Cyanocompsa cyanea) em apenas uma semana, utilizando-se de "chamas". Essa mesma pessoa arrecadaria cerca de mil reais por semana, caso todas as aves sobrevivessem. Dessa maneira, podemos observar o grande impacto que uma única pessoa pode causar sobre certas espécies, em uma determinada região, e foi dessa maneira que muitas espécies, apesar de não serem consideradas ameaçadas de extinção já foram extintas em muitas localidades. Um exemplo clássico é o desaparecimento do canário-da-terra (Sicalis flaveola) e do papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) em muitas localidades do Estado da Bahia. Outras duas espécies merecem destaque, por estarem em risco de extinção, como é o caso da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) cujo status atual consta de apenas um indivíduo, macho, na natureza, precisamente na área do município de Curaçá, no sertão da Bahia. Essa espécie chegou ao nível atual de ameaça principalmente por culpa do tráfico. No inicio da década de 80, eram coletados apenas filhotes e raramente alguns adultos. De meados da década de 80 até o seu final, foram coletados todas as ararinhas adultas existentes na região de Curaçá e nas suas redondezas, por grupos de traficantes do Piauí. Não foi somente a ação do tráfico que contribuiu para a ameaça de extinção da espécie - a mesma já era muito rara na natureza, no entanto foi o tráfico o fator decisivo. A arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) é a segunda espécie mais ameaçada, cuja ocorrência está distribuída entre os municípios de Jeremoabo, Canudos e Euclides da Cunha. O tráfico continua sendo o principal fator que vem levando a arara-azul-de-lear à extinção; sabemos que mais de 50 aves adultas e dois filhotes dessa espécie já foram capturadas por grupos de traficantes, nos últimos cinco anos, sabendo-se que o efetivo da espécie constava de mais ou menos 130 aves.

A segunda fase do tráfico é a venda sobre encomenda, que é praticada nas próprias feiras livres, nas estradas e em residências. Os animais são levados para estes locais e são escondidos em depósitos nas proximidades e através da utilização de aves comuns expostas nas feiras etc., esses animais são oferecidos aos potenciais compradores. Nesse comércio são oferecidos filhotes de papagaios, tucanos, araras e demais espécies de grande valor, que podem alcançar preços de 100 a 300 reais, no caso dos papagaios e araras. Essa técnica foi desenvolvida há cerca de 10 anos, exatamente no momento que o IBAMA intensificou as apreensões nas feiras livres.

A terceira fase diz respeito ao tráfico de animais raros - estes não são expostos em feiras livres nem oferecidos a qualquer comprador. As aves raras, como também as demais espécies animais, são capturadas sob encomenda de determinados colecionadores, que tanto podem ficar com esses animais quanto exportá-los para o exterior, quer seja através de troca por outras espécies raras de outros países ou são vendidas. Este tráfico é favorecido pela falta de conhecimento dos fiscais dos aeroportos sobre as espécies brasileiras: muitas vezes os animais são transportados com documentos legais do governo brasileiro, bastando para isso que o responsável pelo transporte do animal apresente uma espécie exótica que não pertença à nossa fauna aos órgãos responsáveis pelo envio dos documentos - o IBAMA e o Ministério da Agricultura - e assim, de posse do documento, apresenta uma outra espécie brasileira na hora do embarque e, dessa maneira, os agentes dos aeroportos não têm como comprovar se a espécies que estão relacionadas nos documentos são realmente as que estão sendo transportadas. Algo semelhante ocorreu com a nossa equipe, quando estávamos transportando 21 papagaios verdadeiros (Amazona aestiva) do Piauí para o Centro de Triagem da Bahia. Nós estávamos com todos os documentos em ordem, mas o fiscal do aeroporto apenas conferiu os documentos e nem sequer olhou o conteúdo da caixa. Mesmo se olhasse, jamais saberia reconhecer a espécie que estava sendo transportada.

A quarta fase está relacionada ao tráfico de ovos de aves raras, atividade que vem sendo intensificada nos últimos dez anos, devido a vários fatores. A intensificação do combate ao tráfico nos aeroportos nacionais, de certa maneira, dificulta a passagem das aves com segurança, assim como o trabalho da CITES (Convenção Sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres) organização internacional que fiscaliza o tráfico internacional de aves ameaçadas de extinção e que vem atuando a nível internacional na fiscalização e auxiliando na repatriação de muitas aves ameaçadas, que se encontram em vários países, para as suas verdadeiras nações. Além das técnicas modernas que levaram ao desenvolvimento de chocadeiras portáteis bastante eficientes e das rações balanceadas desenvolvidas por diversas empresas internacionais, que foram desenvolvidas para várias espécies de aves, em estágios diversos de suas vidas (crescimento, engorda, reprodução etc.). Dessa maneira, o tráfico de ovos tornou-se uma alternativa segura e rentável. Grupos de traficantes nacionais, muitas vezes assessorados por traficantes internacionais, vêm agindo em diversas localidades do território nacional, coletando uma grande quantidade de ovos de várias espécies ameaçadas de extinção, dando ênfase aos psitacídeos.

Um outro fator que deve ser levado em conta dentro deste contexto é a oficialização, por parte do governo brasileiro, do comércio de aves nacionais nascidas, comprovadamente, em cativeiro. Sabendo-se que o tráfico de filhotes, principalmente de papagaios e araras, é intensivo juntamente com o tráfico de ovos, como já relatamos anteriormente, estes dois fatores podem ser utilizados por alguns criadores inescrupulosos para legalizar a entrada de aves no mercado oficial, utilizando-se de filhotes e ovos do mercado clandestino e, dessa maneira, os filhotes, após serem anilhados com anilhas do criadouro, passariam a ser considerados aves nascidas em cativeiro. Para evitar essa possibilidade tornar-se-ia necessário adotar uma regulamentação que exigisse testes de DNA, no intuito de assim comprovar a paternidade das aves vendidas no mercado oficial. De maneira alguma estaríamos condenando o comércio de aves nacionais nascidas em cativeiro, nem tampouco a lei que regulamenta este comércio, apenas achamos necessário adotar cuidados adicionais que evitem a prática da coleta de filhotes e ovos da natureza.

O Centro de Triagem de Aves Silvestres (CETAS-CETREL/IBAMA) foi criado em 1997, através de um convênio entre a CETREL e o IBAMA, buscando os seguintes objetivos: 1. Acondicionar as aves apreendidas pela fiscalização do IBAMA e órgãos afins, no comércio ilegal, quer seja em feiras livres, residências e demais locais que pratiquem a comercialização de aves silvestres; 2. Desenvolver técnicas eficazes de curas das doenças que acometam esses animais, e dessa maneira evitar a introdução de doenças nos hábitats, no momento da reintrodução das espécies; 3. Desenvolver pesquisas de reintrodução, que possibilitem a soltura segura das aves nos seus devidos hábitats, levando em conta que as espécies só poderão ser reintroduzidas nos locais onde for comprovada a existência da espécie, evitando assim uma reintrodução incorreta, que pode por em risco as demais espécies existentes em determinados hábitats. Entre novembro de 1998 até o momento o CETAS (CETREL/IBAMA) recebeu 4.805 aves de 121 espécies diferentes, sendo as mais freqüentes: Papa-capim (Sporophila nigricollis) 16%, Cardeal (Paroaria dominicana) 14%, Chorão (Sporophila leucoptera)10%, Psitacídeos 7% e Canário-da-terra ( Sicalis flaveola) também 7%. As aves, ao chegarem ao CETAS, são medicadas com antibióticos à base de penicilina e sulfas, vermífugos e complexos vitamínicos. Através dessa metodologia, nos seis primeiros meses, reduziu-se em cerca de 50% o índice de mortandade, quando as aves eram tratadas pelo próprio IBAMA, para 6% no CETAS (CETREL/IBAMA). Após esse período, o índice de mortandade elevou-se para 22%, elevação ocasionada pela resistência adquirida por algumas bactérias aos antibióticos usados no tratamento das infecções. Para conseguir a diminuição desse índice, estamos adotando a metodologia de aplicar antibióticos com bases farmacológicas diferentes, revezando, periodicamente, com outros tipos de sulfas. As aves mortas são pesadas e necropsiadas, no intuito de detectar a causa mortis. Comparando-se os pesos dos óbitos com os das solturas podemos observar diferenças significativas, tais como : Paroaria dominicana 24g, Sporophila nigricollis 6g e Gnorimopsar chopi 55g em óbito, e 34g, 11g e 75g na soltura, respectivamente Este resultado demonstra que muitas das aves que são apreendidas em feiras livres estão com os seus pesos muito abaixo do normal, registrando-se casos de até quase 50% do peso abaixo do limite, como no caso de papa-capim e azulões que, debilitados, tornam-se alvos fáceis para vários tipos de enfermidades. Todas as aves são anilhadas com anilhas do CEMAVE (Centro de Pesquisas para Conservação das Aves Silvestres) e anilhas de plástico coloridas para posterior acompanhamento do sucesso das reintroduções.

Aratinga aurea - em reprodução

 

Para o sucesso das reintroduções, são indispensáveis comedouros contendo variados tipos de alimentos distribuídos em locais estratégicos para que as aves reintroduzidas busquem nos primeiros dias após a soltura. Entre trinta a sessenta dias elas já conseguem buscar alimento dentro do seu novo hábitat. O sucesso das reintroduções é demonstrado através do sucesso reprodutivo da maioria das espécies, destacando-se: periquito-estrela (Aratinga aurea), periquito-de-testa-vermelha (Aratinga auricapilla) papagaio-do-mangue (Amazona amazonica), papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva), sofrê (Icterus icterus), falcão quiri-quiri (Falco sparverius), gavião-indaié (Buteo magnirostris), papa-capim (Sporophila nigricollis), cardeal (Paroaria dominicana), coleira (Sporophila leucoptera) e o canário-da-terra (Sicalis flaveola), entre outros.

Das 4.805 aves que entraram no CETAS, 70% foram liberadas, 8% estão em recuperação e 22% foram a óbitos. Baseados nestes resultados, podemos observar que, de cada dez aves que dão entrada no CETAS, oito são recuperadas e reintroduzidas e apenas duas morrem, enquanto que, segundo dados de organizações internacionais, de cada dez aves destinadas ao tráfico apenas uma sobrevive, e este único sobrevivente está condenado a passar o resto de sua vida no cativeiro, na maioria das vezes sem o direito a reprodução. Das 121 espécies recebidas no CETAS, 74 já foram reintroduzidas, 24 estão em condições de soltura e 23 espécies obtiveram óbitos (estas chegaram em número reduzido de indivíduos, com um estado de saúde de difícil recuperação, indo a óbito no mesmo dia da entrada no CETAS, sendo que a maioria aves oceânicas). Das 24 espécies a serem reintroduzidas, algumas merecem destaque: os papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva) que na sua maioria chegaram com menos de um mês de vida, e já estão prontos para serem reintroduzidos, sendo que serão levados para ambientes de caatinga, onde ocorre a espécie, e já o grupo de adultos, que foram apreendidos em residências, estão sendo utilizados como reprodutores e os seus filhotes serão destinados para a reintrodução. As araras, Ara ararauna e Ara chloroptera, num grupo de 20 indivíduos, estarão sendo destinadas à reintrodução numa área de dois mil hectares preservados no Piauí, de propriedade da Fundação BioBrasil. Viveiros especiais estão sendo construídos na região para viabilizar o sucesso de reintrodução destas espécies. Um cuidado especial com o exame do estado de saúde deste grupo será observado por um Médico Veterinário do World Parrot Trust, especialista em doenças deste grupo, que examinará as condições de cada indivíduo, evitando as possibilidades de introdução e disseminação de doenças às populações naturais. Um fato curioso, e bastante interessante, foi observado no comportamento dos papagaios-verdadeiros (Amazona aestiva), que foram criados por muito tempo no convívio de seres humanos - estas aves, que eram criadas isoladamente e na sua maioria bons "faladores", após serem juntados nos viveiros com exemplares da sua espécie, escolheram os seus parceiros e deixaram de "falar", usando apenas o sistema de comunicação da espécie para se comunicarem.

Aratinga auricapilla - recentemente reintroduzido, já com filhotes

O centro de triagem é uma importante ferramenta no combate ao tráfico de animais silvestres. A importância das apreensões, um elemento de combate ao tráfico, é significativa quando dá-se cuidados e destino apropriados aos animais, possibilitando o retorno seguro e merecido de cada espécie à natureza. No entanto, esperamos que um dia não seja mais necessária a utilização desse instrumento. Para isso, contudo, é necessário acabar com a prática do comércio ilegal de animais silvestres, como já ocorreu em muitos países desenvolvidos. Para finalizar, aproveitamos para relacionar todas as entidades que vêm contribuindo para a erradicação do tráfico em nosso Estado: IBAMA-BA (escritórios de Salvador, Teixeira de Freitas e Bom Jesus da Lapa), IBAMA-PI (Teresina), CRA (Salvador e Feira de Santana), Policia Ambiental (Salvador), Ministério Pública de Feira de Santana, FENATEST - Federação Nacional dos Técnicos de Segurança (Feira de Santana), Secretaria de Meio Ambiente de Feira de Santana, , Universidade Estadual de Feira de Santana (EEA - Equipe de Educação Ambiental), CDL (Câmara dos Diretores Lojistas de Feira de Santana), CIFS (Confederação das Industrias de Feira de Santana, Comando da Policia Rodoviária de Feira de Santana, Jardim Zoológico de Salvador, Fundação BioBrasil, WCS (Wildlife Conservation Society), World Parrot Trust, RENCTAS, Comitê Para a Preservação da Arara-azul-de-lear e a todas as pessoas, anônimas, que procuram voluntariamente a Cetrel para doarem as suas aves para serem reintroduzidas.

Casal de Falco sparverius reintroduzido, anilhado com anéis coloridos para monitoramento

Oryzoborus angolensis, espécie bem procurada no tráfico

 

* Médico Veterinário (Coordenador do Programa de Estudo e Preservação da Fauna - CETREL)

** Acadêmico de Ciências Biológicas

Fotos : Pedro C. Lima

 

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Última modificação (
Last modified): 09 março, 2014