Aves Raras do Paraná

Atenção, clique aqui para obter um arquivo em Microsoft Excel, elaborado por Fernando Straube e Alberto Urben-Filho, com informações existentes sobre aves paranaenses raras, ameaçadas ou outros status, reconhecidas em publicações pertinentes ou pela legislação vigente.

Legenda utilizada: IUCN - proteção por acordos internacionais (IUCN, 1993): Threa.= threatened. RDB - idem  (Collar et al., 1992): Threa.=threatened; IBAMA - Portaria 1522 de 19/12/1989-IBAMA (Bernardes et al.,1990):  Amea.=ameaçada; Q-Amea.="quase-ameaçada" N-Threa.=near-threatened.IAP - Lei 11067 de 17/2/1995-IAP (Straube, 1995): P.Ext.=provavelmente extinta; Amea.=ameaçada; Rara=rara; Vuln.=vulnerável;  Indet.=indeterminada.

Bibliografia:

BERNARDES, A.T.; MACHADO, A.B.M. & RYLANDS, A.B. 1990. Fauna brasileira ameaçada de extinção. Belo Horizonte, fundação Biodiversitas. 62 pp.

Collar, N.J.; Gonzaga, L.P.; Krabbe, N.; Mandroño-Nieto, A.; Naranjo, L.G.; Parker III, T.A. & Wiege, D.C.. 1992. Threatened birds of the Americas: The ICBP/IUCN Red Data Book, 3ºed., 2ºparte. Cambridge, International Council for Bird Preservation. 1150 pp.

IUCN. 1993. 1994 IUCN Red List of Threatened Animals. Cambridge, Inglaterra. IUCN-The World Conservation Union. 286 pp.

STRAUBE, F.C. 1995. Aves ameaçadas de extinção no Paraná. In: M.P.G. TOSSULINO et al. eds. Lista Vermelha de animais ameaçados de extinção no Estado do Paraná. Curitiba, IAP/GTZ. 175 pp.


 AVES DO PARANÁ

BIRDS FROM PARANÁ

2a Edição

(revisada e atualizada)




por

Pedro Scherer-Neto

Fernando Costa Straube


A Lista das Aves, enumera as espécies ocorrentes ou presumivelmente ocorrentes no Estado, com base em material bibliográfico e de museus, assim como nos registros em campo pelos autores.

Considerou-se "registro bibliográfico (B)" aquelas espécies citadas na literatura como ocorrentes no Estado do Paraná, seja baseado em outras obras, seja por constatações próprias dos respectivos autores. Se nas obras consultadas, há citações de coleta e referenda-se procedência, data e museu onde estão depositados os exemplares, então considera-se também como "registro de museu (M)". A maioria das espécies registradas por esta fonte, porém, estão incluídas com base no acervo ornitológico do Museu de História Natural Capão da Imbuia de Curitiba (Divisão de Museu de História Natural, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Prefeitura Municipal de Curitiba). Algumas também do material do Museu Nacional do Rio de Janeiro (Universidade Federal do Rio de Janeiro), do Museu de Zoologia de São Paulo (Universidade de São Paulo) e de outras coleções brasileiras e do exterior.

Refere-se a "registro de campo (C)" às espécies cuja presença foi constatada pelos autores ou pesquisadores idôneos da área ornitológica, nesse caso com o devido crédito no ítem comentários.

O trabalho de campo dos autores, iniciado em 1978, consistiu de expedições efetuadas para diversos municípios paranaenses, as quais englobaram boa parte do território do Estado e a totalidade de formações vegetacionais ali ocorrentes. O período de trabalho em campo foi extremamente variado, em decorrência das

disponibilidades e condições locais. Algumas regiões receberam dedicação mais intensiva; outras, visitas pouco demoradas e ainda outras, averiguação apenas ocasional.

O método de trabalho de campo consistiu das três técnicas tradicionais em estudos ornitológicos qualitativos: reconhecimento visual com auxílio de binóculos; identificação de vocalizações (in situ ou com uso de microgravadores para confrontos posteriores); capturas, principalmente com redes-neblina (mist nets). No caso de coleta e preservação de exemplares, bem como de sua inclusão a acervo científico, considerou-se também como registro de museu.

A categoria "possibilidade marginal de inclusão (*)" indica as espécies de provável ocorrência no Paraná, por já haverem sido constatadas em regiões limítrofes como o norte da Província de Misiones na Argentina, os Departamentos de Alto Paraná e Saltos del Guayrá no Paraguai, a porção meridional extrema do Estado de São Paulo e os limites sudeste do Estado do Mato Grosso do Sul e norte de Santa Catarina.

Por faltar-nos uma obra catalográfica atualizada e de concordância geral, baseamos a sequência das ordens, famílias e espécies, assim como seu tratamento taxionômico em vários autores, a saber: Spheniscidae, Podicipedidae, Diomedeidae, Procellariidae, Oceanitidae, Sulidae, Phalacrocoracidae, Fregatidae, Phalaropodidae, Chionididae, Stercorariidae, Laridae, Sternidae e Rynchopidae em Harrison (1983); Ardeidae em Hancock & Kushlan (1984); Anatidae em Madge & Burn (1988); Cracidae em Delacour & Amadon (1973); Jacanidae e Rostratulidae em Haymand et al. (1986); Columbidae em Goodwin (1983); Psittacidae em Forshaw (1977); Trochiliformes em Grantsau (1988); Picidae em Short (1982); Tyrannidae, Pipridae, Cotingidae e Oxyruncidae em Traylor-Jr. (1979) e os Thraupinae (Emberizidae) em Isler & Isler (1987).

Alguns grupos mereceram tratamento diferenciado, como os gêneros Lathrotriccus, Griseotyrannus e Heteroxolmis, bem como a manutenção de Arundinicola (em oposição a Fluvicola); algumas modificações nomenclaturais na subfamília Elaeniinae baseiam-se em Lanyon (1984, 1986, 1988a e 1988b) e Lanyon & Lanyon (1986). As demais famílias obedecem a sequência e nominação de Pinto (1938, 1944 e 1978), Meyer de Schauensee (1966 e 1982), Blake (1977), Belton (1984 e 1985) e Sick (1985).

Na nomenclatura vernácula procurou-se enfatizar o regionalismo, ou seja, as denominações populares tal e qual são utilizadas no estado. Por este motivo, algumas espécies recebem

dois ou mais nomes vulgares. A maioria, porém, e infelizmente, recebeu nomes artificiais por serem virtualmente desconhecidas do público geral. Para tanto, utilizamo-nos das obras de Sick (1985) e Willis & Oniki (1991).

Muitas espécies citadas em listas anteriores ou publicações outras, foram suprimidas pela escassez de informações seguras que corroborassem a sua ocorrência no Estado do Paraná. Assim considerou-se aquelas com distribuição incompatível com a região de estudo, caso não houvesse qualquer comprovação por espécimens.

A presente lista fornece informações atualizadas sobre a avifauna paranaense, na qual 644 espécies foram confirmadas em campo, representando cerca de 85 % do total relacionado. Com referência completa, ou seja, incluídas com base na literatura, museus e campo, somam-se 543 espécies. Tais dados confirmam um grande avanço nos estudos ornitológicos no Estado, onde o esforço de inventários pode-se considerar quase que concluído, abstraindo-se as naturais adições que inevitavelmente surgem em pesquisas desse tipo. Nesse sentido, cabe ressaltar que ainda restam locais onde a pesquisa ornitológica é ainda escassa, como o extremo sudoeste do Estado e as regiões do interflúvio Ivaí-Piquiri, assim como o vale do Rio Ribeira. Muitas espécies podem então, estar ignoradas na presente lista devido a esse lapso. Outras, porém, podem estar consideradas como ocorrentes no Paraná e não existirem naturalmente na região, ou atualmente estarem extintas localmente.

No futuro, a intensidade de pesquisas, particularmente aquelas dirigidas à bionomia e distribuição das espécies, certamente revelará novas informações. O que nos preocupa entretanto, é se ainda haverão ambientes suficientemente conservados para serem pesquisados.

LISTA DAS AVES DO ESTADO DO PARANÁ


B = Registro bibliográfico

M = Registro em museus

C = Registro em campo

* = Possibilidade marginal de ocorrência

ORDEM SPHENISCIFORMES

FAMÍLIA SPHENISCIDAE

BMC Spheniscus magellanicus pinguim

ORDEM RHEIFORMES

FAMÍLIA RHEIDAE

B C Rhea americana 1 ema

ORDEM TINAMIFORMES

FAMÍLIA TINAMIDAE

BMC Tinamus solitarius macuco

BMC Crypturellus obsoletus nambu-guaçu

BM Crypturellus undulatus jaó

BMC Crypturellus noctivagus jaó

BMC Crypturellus parvirostris nambu-xororó

BMC Crypturellus tataupa nambu-xintã

BMC Rhynchotus rufescens perdiz

BMC Nothura maculosa codorna

* Nothura minor 2 codorna

BM Taoniscus nanus 3 codorninha

ORDEM PODICIPEDIFORMES

FAMÍLIA PODICIPEDIDAE

BMC Tachybaptus dominicus mergulhão

BMC Podilymbus podiceps mergulhão

BMC Rollandia rolland 4 mergulhão-de-cara-branca

B C Podiceps major 5 mergulhão-grande

* Podiceps occipitalis 6 mergulhão-de-orelhas


ORDEM PROCELLARIIFORMES

FAMÍLIA DIOMEDEIDAE

B C Diomedea exulans albatroz-errante

B Diomedea epomophora 7 albatroz-real

BMC Diomedea melanophris albatroz-de-sobrancelha

BMC Diomedea chlororhynchos 8 albatroz-de-bico-amarelo

C Diomedea chrysostoma 9 albatroz-de-cabeça-cinzenta

B Phoebetria fusca 10 albatroz-escuro

B C Phoebetria palpebrata albatroz-marrom

FAMÍLIA PROCELLARIIDAE

BMC Macronectes giganteus petrel-gigante

BMC Fulmarus glacialoides petrel-prateado

B C Daption capense pomba-do-cabo

B C Pterodroma incerta 11 fura-buxo-de-boné

B Pterodroma mollis 12 fura-buxo-de-coroa

B Pterodroma brevirostris 13 fura-buxo

B C Pachyptila vittata faiga

* Pachyptila turtur 14 faigão

BMC Pachyptila belcheri faigão

BMC Procellaria aequinoctialis procelária, pardela-preta

B Callonectris diomedea 15 bobo-grande

BMC Puffinus gravis bobo-grande

B C Puffinus griseus bobo

BMC Puffinus puffinus bobo-pequeno

FAMÍLIA OCEANITIDAE

BMC Oceanites oceanicus alma-de-mestre

B Fregetta tropica 15 petrel-de-barriga-preta

B Fregetta grallaria 15 petrel-de-barriga-branca

ORDEM PELECANIFORMES

FAMÍLIA SULIDAE

BMC Sula leucogaster atobá, mergulhão

B Sula dactylatra 16 atobá-branco

FAMÍLIA PHALACROCORACIDAE

BMC Phalacrocorax brasilianus 17 biguá

FAMÍLIA ANHINGIDAE

BMC Anhinga anhinga biguatinga


FAMÍLIA FREGATIDAE

BMC Fregata magnificens tesoureiro, fragata, tesourão

ORDEM CICONIIFORMES

FAMÍLIA ARDEIDAE

BMC Syrigma sibilatrix maria-faceira

B C Pilherodius pileatus 18 garça-real

BMC Ardea cocoi garça-cinza

BMC Egretta alba garça-branca

BMC Egretta caerulea garça-azul

BMC Egretta thula garcinha-branca

BMC Bubulcus ibis garça-vaqueira

BMC Butorides striatus socozinho

BMC Nycticorax violaceus socó-do-mangue, savacu

BMC Nycticorax nycticorax socó-dorminhoco

BM Cochlearius cochlearius arapapá

BMC Tigrisoma fasciatum socó-jararaca

BMC Tigrisoma lineatum socó-boi

BMC Ixobrychus involucris socoí-amarelo

B Ixobrychus exilis 19 socoí-escuro

B C Botaurus pinnatus 20 socó-boi-baio

FAMÍLIA CICONIIDAE

BMC Mycteria americana cabeça-seca

BMC Ciconia maguari maguari, cegonha

B C Jabiru mycteria 21 jaburu, tuiuiu

FAMÍLIA THRESKIORNITHIDAE

* Theristicus caerulescens 22 curicaca-cinzenta

BMC Theristicus caudatus curucaca

BMC Mesembrinibis cayennensis tapicuru

BM Phimosus infuscatus 23 maçaricão

BMC Eudocimus ruber 24 guará

B C Plegadis chihi 25 maçarico-preto

BMC Platalea ajaja colhereiro

ORDEM PHOENICOPTERIGIFORMES

FAMÍLIA PHOENICOPTERIDAE

* Phoenicopterus ruber 26 flamingo

* Phoenicoparrus andinus 27 flamingo

ORDEM ANSERIFORMES

FAMÍLIA ANHIMIDAE

BM Anhima cornuta anhuma

B C Chauna torquata 28 tachã

FAMÍLIA ANATIDAE

B C Dendrocygna bicolor marreca-caneleira

B C Dendrocygna viduata irerê, ariri

B Dendrocygna autumnalis 29 marreca-cabocla

B Cygnus melanocoryphus 30 cisne-de-pescoço-preto

B Coscoroba coscoroba 31 capororoca

B C Sarkidiornis sylvicola 32 pato-de-crista

BMC Cairina moschata pato-do-mato

B Anas flavirostris 33 marreca-parda

B C Anas georgica 34 marreca-parda

B C Anas bahamensis 35 marreca-toicinho

B Anas versicolor 36 marreca-cri-cri

B Anas cyanoptera 36 marreca-colorada

B Anas platalea 36 marreca-colhereira

B Calonetta leucophrys 37 marreca-de-coleira

BMC Amazonetta brasiliensis ananaí, paturi

B C Netta erythrophthalma 38 marrecão

B C Netta peposaca 39 marrecão

BM Mergus octosetaceus 40 pato-mergulhador

* Heteronetta atricapilla 41 marreca-de-cabeça-preta

BMC Nomonyx dominica marreca-de-bico-roxo

* Oxyura vittata 42 marreca-pés-na-bunda

ORDEM FALCONIFORMES

FAMÍLIA VULTURIDAE

B Vultur gryphus 43 condor

FAMÍLIA CATHARTIDAE

BMC Sarcoramphus papa urubu-rei

BMC Coragyps atratus urubu, corvo

BMC Cathartes aura urubu-de-cabeça-vermelha

BMC Cathartes burrovianus 44 urubu-de-cabeça-amarela

FAMÍLIA PANDIONIDAE

B C Pandion haliaetus águia-pescadora

FAMÍLIA ACCIPITRIDAE

BMC Elanus leucurus gavião-peneira

BMC Elanoides forficatus gavião-tesoura

BMC Leptodon cayanensis gavião-de-cabeça-cinza

BMC Chondrohierax uncinatus 45 caracoleiro

BMC Harpagus diodon gavião-de-bombacha

BMC Ictinia plumbea sovi

BMC Rostrhamus sociabilis gavião-caramujeiro

BMC Accipiter bicolor gavião-caçador

BMC Accipiter superciliosus gavião-passarinho

B C Accipiter poliogaster tauató-pintado

BMC Accipiter striatus gavião-miudinho

BMC Geranoaetus melanoleucus águia-chilena

BMC Buteo albicaudatus gavião-de-rabo-branco

B C Buteo albonotatus gavião-urubu

B C Buteo swainsoni 46 gavião-papa-gafanhoto

BMC Buteo magnirostris gavião-carijó

BMC Buteo leucorrhous gavião-de-sobre-branco

B C Buteo brachyurus gavião-de-rabo-curto

BM Parabuteo unicinctus gavião-asa-de-telha

BMC Leucopternis polionota gavião-pombo

BMC Leucopternis lacernulata gavião-pombo-pequeno

BMC Busarellus nigricollis 47 gavião-velho

BMC Heterospizias meridionalis casaca-de-couro

BMC Buteogallus aequinoctialis gavião-caranguejeiro

BMC Buteogallus urubitinga gavião-preto

BM Harpyhaliaetus coronatus 48 águia-cinzenta

BM Morphnus gujanensis 49 uiraçu

BMC Harpia harpyja 50 harpia, gavião-real

BMC Spizastur melanoleucus gavião-pato

BM Spizaetus ornatus 51 gavião-de-penacho

BMC Spizaetus tyrannus gavião-macaco

C Circus cinereus 52 gavião-cinzento-do-banhado

B C Circus buffoni 53 gavião-do-banhado

BMC Geranospiza caerulescens gavião-pernilongo

FAMÍLIA FALCONIDAE

B C Herpetotheres cachinnans acauã

BMC Micrastur semitorquatus gavião-relógio

BMC Micrastur ruficollis gavião-caburé

BM Daptrius americanus 54 caracará-preto

BMC Milvago chimachima carrapateiro, pinhé

B C Milvago chimango chimango

BMC Polyborus plancus carancho, carcará

BMC Falco peregrinus falcão-peregrino

B Falco deiroleucus falcão-de-peito-vermelho

BMC Falco rufigularis falcão-morcegueiro

BMC Falco femoralis falcão-de-coleira

BMC Falco sparverius falcão-quiri-quiri

ORDEM GALLIFORMES

FAMÍLIA CRACIDAE

BMC Ortalis guttata aracuã, aranguá

BMC Penelope obscura jacu-velho, jacu-açu

BMC Penelope superciliaris jacupemba

BMC Pipile jacutinga 55 jacutinga

BMC Crax fasciolata mutum

FAMÍLIA PHASIANIDAE

BMC Odontophorus capueira uru

ORDEM GRUIFORMES

FAMÍLIA ARAMIDAE

BMC Aramus guarauna carão

FAMÍLIA RALLIDAE

BMC Rallus sanguinolentus saracura-preta

BMC Rallus nigricans saracura-sanã

B C Rallus longirostris 56 saracura-matraca

BMC Rallus maculatus 57 saracura-carijó

B C Aramides mangle 58 saracura-do-mangue

BMC Aramides cajanea saracura-três-potes

B C Aramides ypecaha 59 saracuruçu

BMC Aramides saracura saracura-do-mato

BMC Porzana albicollis sanã-carijó

BMC Porzana flaviventer 60 saracura-pintada

BMC Laterallus melanophaius monjolinho-cinzento

BMC Laterallus leucopyrrhus monjolinho-castanho

* Coturnicops notata 61 pinto-d´água-carijó

B C Porphyriops melanops frango-d´água-carijó

BMC Gallinula chloropus frango-d´água

BMC Porphyrula martinica frango-d´água-azul

* Porphyrula flavirostris 62 frango-d´água-pequeno

B C Fulica armillata 63 carqueja

B C Fulica leucoptera 64 carqueja-de-asa-branca

B Fulica rufifrons 65 carqueja-de-bico-roxo

FAMÍLIA HELIORNITHIDAE

BMC Heliornis fulica peca-pará

FAMÍLIA CARIAMIDAE

B C Cariama cristata seriema

B Chunga burmeisteri 66 seriema-de-canela-preta

ORDEM CHARADRIIFORMES

FAMÍLIA JACANIDAE

BMC Jacana jacana jaçanã, cafezinho

FAMÍLIA ROSTRATULIDAE

B C Nycticryphes semicollaris 67 narceja-de-bico-torto

FAMÍLIA HAEMATOPODIDAE

B C Haematopus ostralegus piru-piru

FAMÍLIA RECURVIROSTRIDAE

BMC Himantopus himantopus 68 pernilongo

FAMÍLIA CHIONIDIDAE

B C Chionis alba 69 pomba-do-mar

FAMÍLIA CHARADRIIDAE

BMC Vanellus chilensis quero-quero

BMC Pluvialis dominica batuiruçu

B C Pluvialis squatarola batuiruçu

BMC Charadrius semipalmatus batuíra-da-praia

BMC Charadrius collaris batuíra-da-praia

BMC Zonibyx modestus batuíra

BM Hoploxypterus cayanus 70 mexeriqueira

FAMÍLIA SCOLOPACIDAE

B C Arenaria interpres 71 vira-pedra

BMC Tringa solitaria maçarico

BMC Tringa flavipes maçarico-de-perna-amarela

B C Tringa melanoleuca maçarico-de-perna-amarela

BMC Tringa macularia maçarico

B Catoptrophorus semipalmatus 72 maçarico-de-asa-branca

B C Calidris canutus 73 maçarico-de-papo-vermelho

* Calidris bairdii 74 maçarico-de-bico-fino

BMC Calidris fuscicollis maçarico-de-sobre-branco

BMC Calidris melanotos maçarico-de-colete

B Calidris alba 75 maçarico-branco

B C Micropalama himantopus 76 maçarico

MC Tringites subruficollis 77 maçarico-de-coleira

BMC Bartramia longicauda maçarico-do-campo

BMC Limosa haemastica maçarico-de-bico-virado

B C Numenius phaeopus 78 maçaricão

BMC Gallinago gallinago narceja, bicudo

BMC Gallinago undulata narcejão

FAMÍLIA PHALAROPODIDAE

Phalaropus fulicarius 79 falaropo-castanho

B Phalaropus lobatus 79 falaropo-do-norte

B C Phalaropus tricolor 80 pisa-n´água

FAMÍLIA STERCORARIIDAE

B C Catharacta maccormicki 81 gaivota-rapineira

B C Catharacta antarctica 82 gaivota-rapineira

B C Stercorarius parasiticus 83 gaivota-rapineira

B Stercorarius longicaudus 84 rabo-de-junco-preto

FAMÍLIA LARIDAE

BMC Larus dominicanus gaivotão

B Larus cirrocephalus 85 gaivota-de-cabeça-cinza

B C Larus maculipennis 86 gaivota-maria-velha

FAMÍLIA STERNIDAE

BC Anous stolidus trinta-réis-escuro

BMC Phaetusa simplex gaivota-do-rio

B Sterna nilotica 87 trinta-réis-de-bico-preto

BMC Sterna hirundinacea trinta-réis-de-bico-vermelho

B Sterna hirundo 88 trinta-réis-boreal

B Sterna vittata 89 trinta-réis-antártico

B Sterna trudeaui 89 trinta-réis-de-coroa-branca

BMC Sterna superciliaris trinta-réis-anão

BMC Sterna maxima trinta-réis-real

BMC Sterna sandvicensis trinta-réis-de-bico-amarelo

FAMÍLIA RYNCHOPIDAE

BMC Rynchops nigra 90 talha-mar

ORDEM COLUMBIFORMES

FAMÍLIA COLUMBIDAE

BMC Columba speciosa 91 pomba-carijó

B C Columba maculosa 92 pomba-carijó

BMC Columba picazuro asa-branca

BMC Columba cayennensis pomba-galega

BMC Columba plumbea pomba-preta

BMC Zenaida auriculata pomba-amargosinha

BMC Columbina picui rolinha-picui

C Columbina minuta 93 rolinha

BMC Columbina talpacoti rolinha

BMC Scardafella squammata fogo-apagou

BMC Claravis pretiosa pomba-azul

B C Claravis godefrida 94 pomba-de-espelho

BMC Leptotila verreauxi juriti

BMC Leptotila rufaxilla juriti

BMC Geotrygon montana juriti-do-chão

BM Geotrygon violacea 95 juriti-roxa

ORDEM PSITTACIFORMES

FAMÍLIA PSITTACIDAE

B Anodorhynchus glaucus 96 arara-azul-pequena

BMC Ara maracana maracanã

BMC Ara chloroptera arara-vermelha

BMC Ara ararauna 97 arara-canindé

BMC Aratinga leucophthalmus periquitão

* Aratinga acuticaudata 98 periquitão

BMC Aratinga aurea maritaca-cabeça-de-côco

BMC Aratinga auricapilla 99 jandaia

* Nandayus nenday príncipe-negro

BMC Pyrrhura frontalis tiriva

* Myopsitta monachus 100 caturrita

BMC Forpus xanthopterygius tuim, cu-tapado

BMC Brotogeris tirica periquito

B C Brotogeris versicolurus 101 periquito-de-asa-amarela

BMC Pionopsitta pileata cuiu-cuiu

BMC Pionus maximiliani baitaca

B Amazona pretrei 102 charão

BMC Amazona brasiliensis papagaio-de-cara-roxa

BMC Amazona aestiva papagaio

B C Amazona amazonica 103 papagaio-curuca

BMC Amazona vinacea papagaio-de-peito-roxo

BMC Triclaria malachitacea 104 cunhataí, sabiá-cica

* Touit melanonota 105 periquito

ORDEM CUCULIFORMES

FAMÍLIA CUCULIDAE

C Coccyzus cinereus 106 papa-lagartas-cinzento

* Coccyzus erythrophthalmus 107 papa-lagartas-olho-vermelho

B C Coccyzus americanus 108 papa-lagartas-ventre-branco

BMC Coccyzus euleri 109 papa-lagartas-bico-amarelo

BMC Coccyzus melacoryphus papa-lagartas

BMC Piaya cayana alma-de-gato

BMC Crotophaga major anu-coroca

BMC Crotophaga ani anu-preto

BMC Guira guira anu-branco

BMC Tapera naevia saci

* Dromococcyx phasianellus 110 peixe-frito-grande

BMC Dromococcyx pavoninus peixe-frito, saci-pererê

ORDEM STRIGIFORMES

FAMÍLIA TYTONIDAE

BMC Tyto alba suindara, coruja-das-torres

FAMÍLIA STRIGIDAE

BMC Otus choliba corujinha-sapo

BMC Otus atricapillus 111 corujinha-do-mato

* Bubo virginianus 112 corujão

B C Pulsatrix perspicillata murucututu

BMC Pulsatrix koeniswaldiana murucututu

BMC Glaucidium minutissimum 113 caburé

BMC Glaucidium brasilianum caburé

BMC Speotyto cunicularia coruja-buraqueira

B C Ciccaba huhula 114 coruja-preta

BMC Ciccaba virgata coruja-do-mato

BMC Strix hylophila coruja-listrada

BMC Rhinoptynx clamator coruja-orelhuda

BMC Asio stygius 115 mocho-diabo

BMC Asio flammeus mocho-do-campo

BMC Aegolius harrisii 116 caburé-acanelado

ORDEM CAPRIMULGIFORMES

FAMÍLIA NYCTIBIIDAE

BM Nyctibius aethereus 117 mãe-da-lua

BMC Nyctibius griseus urutágua, urutau, mãe-da-lua

FAMÍLIA CAPRIMULGIDAE

BMC Lurocalis semitorquatus tuju, sundaia

BMC Chordeiles acutipennis 118 bacurau

B Chordeiles minor 119 bacurau

BMC Podager nacunda corucão-do-banhado

BMC Nyctidromus albicollis curiango

BM Nyctiphrynus ocellatus 120 bacurau-ocelado

B Caprimulgus rufus 121 joão-corta-pau

BM Caprimulgus sericocaudatus 122 bacurau-rabo-de-seda

BMC Caprimulgus longirostris 123 pai-avô, morcegão

BMC Caprimulgus parvulus bacurau-pequeno

BMC Hydropsalis brasiliana curiango-tesoura

BMC Macropsalis creagra rabo-de-palha

BMC Eleothreptus anomalus 124 curiango-do-banhado

ORDEM APODIFORMES

FAMÍLIA APODIDAE

BMC Streptoprocne zonaris andorinhão-de-coleira

BMC Streptoprocne biscutata 125 andorinhão-de-falsa-coleira

BMC Cypseloides senex taperuçu-da-cachoeira

BMC Cypseloides fumigatus taperuçu-pequeno

BMC Chaetura cinereiventris andorinhão

BMC Chaetura andrei andorinhão

C Reinarda squamata 126 taperá

ORDEM TROCHILIFORMES

FAMÍLIA TROCHILIDAE

BMC Ramphodon naevius cuitelão

B Phaethornis ruber 127 rabo-branco-miudinho

BMC Phaethornis eurynome rabo-branco

BMC Phaethornis squalidus rabo-branco-pequeno

BMC Phaethornis pretrei rabo-branco, limpa-casa

BMC Eupetomena macroura beija-flor-tesoura

BMC Melanotrochilus fuscus beija-flor-de-rabo-branco

BMC Colibri serrirostris beija-flor-do-campo

BMC Anthracothorax nigricollis beija-flor-de-veste-preta

B Chrysolampis mosquitus 128 beija-flor-vermelho

BMC Stephanoxis lalandi beija-flor-de-penacho

B C Lophornis magnifica topetinho-vermelho

BMC Lophornis chalybea topetinho

BMC Chlorostilbon aureoventris beija-flor-de-bico-vermelho

M Thalurania furcata 129 beija-flor-de-ventre-violeta

BMC Thalurania glaucopis beija-flor-de-fronte-violeta

* Hylocharis sapphirina 130 beija-flor-safira

* Hylocharis cyanus 131 beija-flor-de-cabeça-azul

BMC Hylocharis chrysura beija-flor-dourado

BMC Leucochloris albicollis beija-flor-de-papo-branco

B Polytmus guainumbi 132 beija-flor-pintado

BMC Amazilia versicolor beija-flor-de-ventre-branco

BMC Amazilia fimbriata beija-flor-de-barriga-branca

BMC Amazilia lactea 133 beija-flor-azul

BMC Aphantochroa cirrochloris beija-flor-de-fuligem

BMC Clytolaema rubricauda beija-flor-rubi

B C Heliomaster longirostris 134 beija-flor-bicudo

B C Heliomaster furcifer 135 estrelinha-de-leque-azul

BMC Calliphlox amethystina estrelinha-zumbidor


ORDEM TROGONIFORMES

FAMÍLIA TROGONIDAE

BMC Trogon viridis surucuá-do-litoral

BMC Trogon rufus 136 surucuá-de-cauda-barrada

BMC Trogon surrucura surucuá-de-barriga-vermelha

ORDEM CORACIIFORMES

FAMÍLIA ALCEDINIDAE

BMC Ceryle torquata martim-pescador-grande

BMC Chloroceryle amazona martim-pescador-médio

BMC Chloroceryle americana martim-pescador-pequeno

BMC Chloroceryle inda martim-pescador-da-mata

B C Chloroceryle aenea martinho

FAMÍLIA MOMOTIDAE

BMC Baryphthengus ruficapillus juruva

B C Momotus momota 137 húru

ORDEM PICIFORMES

FAMÍLIA GALBULIDAE

BMC Jacamaralcyon tridactyla 138 cuitelão

* Galbula ruficauda 139 bico-de-agulha, jacamacira

FAMÍLIA BUCCONIDAE

BMC Notharcus macrorhynchos capitão-do-mato

BMC Nystalus chacuru joão-bobo

BMC Malacoptila striata joão-barbudo

BMC Nonnula rubecula macuru

FAMÍLIA RAMPHASTIDAE

BMC Pteroglossus castanotis araçari-de-bico-preto

B C Pteroglossus aracari araçari-de-bico-branco

BMC Selenidera maculirostris tucaninho, araçari-poca

BMC Baillonius bailloni araçari-banana

BMC Ramphastos vitellinus tucano-de-bico-preto

BMC Ramphastos dicolorus tucano-de-bico-verde

BMC Ramphastos toco tucanuçu, tucano-toco

FAMÍLIA PICIDAE

BMC Picumnus cirrhatus 140 pica-pau-anão

BMC Picumnus albosquamatus pica-pau-anão-escamoso

BMC Picumnus nebulosus pica-pau-anão-estriado

BMC Melanerpes candidus pica-pau-branco, birro

BMC Melanerpes flavifrons pica-pau-benedito

BMC Veniliornis passerinus 141 pica-pau-carijó-pequeno

BMC Veniliornis spilogaster pica-pau-carijó

BMC Piculus flavigula pica-pau-dourado-pequeno

BMC Piculus aurulentus pica-pau-dourado

BMC Colaptes melanochloros pica-pau-verde-barrado

BMC Colaptes campestris pica-pau-do-campo

BMC Celeus flavescens pica-pau-joão-velho

BM Dryocopus galeatus 142 pica-pau-de-cara-acanelada

BMC Dryocopus lineatus pica-pau-de-banda-branca

BMC Campephilus robustus pica-pau-rei

B Campephilus melanoleucus 143 pica-pau-rei-de-bico-amarelo

B C Campephilus leucopogon 144 pica-pau-rei-de-barriga-preta

ORDEM PASSERIFORMES

FAMÍLIA DENDROCOLAPTIDAE

BMC Dendrocincla fuliginosa arapaçu-turdina

BMC Sittasomus griseicapillus arapaçu-verde

BMC Xiphocolaptes albicollis arapaçu-grande, luzia

BMC Dendrocolaptes platyrostris arapaçu-de-garganta-branca

BMC Lepidocolaptes angustirostris 145 arapaçu-do-cerrado

BMC Lepidocolaptes falcinellus arapaçu-escamoso

BMC Lepidocolaptes fuscus arapaçu-escamoso-pequeno

BMC Campyloramphus trochilirostris arapaçu-beija-flor

BMC Campyloramphus falcularius arapaçu-de-bico-preto

FAMÍLIA FURNARIIDAE

* Geobates poecilopterus 146 andarilho

BMC Clibanornis dendrocolaptoides cisqueiro

BMC Furnarius rufus joão-de-barro

BMC Hylocryptus rectirostris barranqueiro

BMC Phleocryptes melanops 147 bate-bico

BMC Leptasthenura striolata grimpeirinho-da-capoeira

BMC Leptasthenura setaria grimpeirinho

BMC Synallaxis ruficapilla joão-teneném

BMC Synallaxis frontalis chiclí, petrim

BMC Synallaxis spixi bentererê

BMC Synallaxis hypospodia 148 tererê, joão-grilo

BMC Synallaxis cinerascens uí-tupi, pi-puí

C Synallaxis gujanensis becuá

BMC Synallaxis albescens uipí

BMC Certhiaxis cinnamomea curutié-do-banhado

* Poecilurus scutatus 149 estrelinha-preta, viuví

BMC Cranioleuca obsoleta arredio-oliváceo

BMC Cranioleuca pallida arredio-de-coroa-castanha

BMC Cranioleuca vulpina arredio-ferrugem

BMC Phacellodomus ruber 150 graveteiro, garrinchão

B Phacellodomus erythrophthalmus 151 tio-tio-olho-vermelho

BMC Phacellodomus striaticollis 152 tio-tio

BMC Anumbius annumbi cochicho, pedreiro

BMC Anabazenops fuscus trepador-de-coleira-branca

BMC Syndactyla rufosuperciliata trepador-da-taquara

BMC Anabacerthia amaurotis 153 trepador-coroado

BMC Philydor atricapillus limpa-folhas-de-coroa-negra

BM Philydor dimidiatus 154 limpa-folhas-castanho

BMC Philydor rufus limpa-folhas

BMC Philydor lichtensteini limpa-folhas

BMC Automolus leucophthalmus barranqueiro-de-olho-branco

BMC Cichlocolaptes leucophrys trepador-bicudo

BMC Heliobletus contaminatus trepadorzinho

BMC Xenops minutus bico-virado

BMC Xenops rutilans bico-virado-riscado

BMC Sclerurus scansor vira-folhas

BMC Lochmias nematura joão-porca

FAMÍLIA FORMICARIIDAE

BMC Hypoedaleus guttatus chocão-carijó

BMC Batara cinerea matracão

BMC Mackenziaena leachii brujara

BMC Mackenziaena severa borralheira

BMC Taraba major chocão-de-barriga-branca

BMC Biatas nigropectus 155 chocão-de-bigode

BMC Thamnophilus doliatus choca-pintada

BMC Thamnophilus punctatus 156 choca-da-mata

BMC Thamnophilus caerulescens choca-da-mata

BMC Thamnophilus ruficapillus choca-de-coroa-castanha

BMC Dysithamnus stictothorax choca-de-cara-pintada

BMC Dysithamnus mentalis choca

BMC Dysithamnus xanthopterus 157 choca-das-costas-castanhas

BMC Myrmotherula gularis choquinha-pintada

B Myrmotherula minor choquinha-cinzenta

BMC Myrmotherula unicolor choquinha-cinzenta

BM Herpsilochmus atricapillus 158 formigueiro-cinzento

BMC Herpsilochmus longirostris 159 formigueiro-cinzento-bicudo

BMC Herpsilochmus rufimarginatus formigueiro-de-asa-vermelha

* Formicivora rufa 160 formigueiro-ruivo

BMC Stymphalornis acutirostris bicudinho-do-brejo

BMC Drymophila rubricollis 161 trovoada-da-taquara

BMC Drymophila ferruginea trovoada

BMC Drymophila ochropyga 162 choquinha-riscada

BMC Drymophila malura choquinha-da-tranqueira

BMC Drymophila squamata choquinha-escamosa

BMC Terenura maculata choquinha-de-cabeça-riscada

BMC Pyriglena leucoptera papa-toca, papa-guaju

BMC Myrmeciza squamosa 163 papa-formigas-das-grotas

BMC Formicarius colma pinto-do-mato

BMC Chamaeza campanisona tovaca, codorninha, sovaca

B Chamaeza meruloides 164 tovaca

BMC Chamaeza ruficauda tovaca

BMC Hylopezus nattereri tovaca-cantora

BMC Grallaria varia tovacuçu, sorová

BMC Conopophaga lineata chupa-dente

BMC Conopophaga melanops chupa-dente-de-máscara

FAMÍLIA RHINOCRYPTIDAE

BMC Merulaxis ater tapaculo-de-topete

BMC Psiloramphus guttatus macuquinho-pintado

BMC Scytalopus speluncae macuquinho-cinzento

BMC Scytalopus indigoticus macuquinho

* Melanopareia torquata 165 tapaculo-de-colar

FAMÍLIA TYRANNIDAE

BMC Phyllomyias fasciatus piolhinho

BMC Phyllomyias griseocapilla piolhinho-de-boné-cinza

BMC Xanthomyias virescens piolhinho-verde

BMC Tyranniscus burmeisteri piolhinho-chiador

BMC Camptostoma obsoletum risadinha

BM Sublegatus modestus guaracava

BMC Suiriri suiriri guaracava-do-cerrado

BMC Phaeomyias murina 166 bagageiro

BMC Myiopagis caniceps cucurutado-cinzento

* Myiopagis gaimardii 167 cucurutado

BMC Myiopagis viridicata cucurutado-verde

BMC Elaenia flavogaster 168 tuque

BMC Elaenia spectabilis tuque

B Elaenia albiceps tuque

BMC Elaenia parvirostris tuque

BMC Elaenia mesoleuca tuque

BMC Elaenia chiriquensis tuque-do-cerrado

BMC Elaenia obscura tucão, joão-bobo

BMC Serpophaga nigricans joão-pobre

BMC Serpophaga subcristata alegrinho

BMC Tachuris rubrigastra 169 papa-piri

BMC Culicivora caudacuta mosqueteiro-do-brejo

BMC Polystictus pectoralis 170 papa-moscas-canela

* Pseudocolopteryx sclateri 171 tricolino-de-crista

B C Pseudocolopteryx flaviventris 172 tricolino

BMC Capsiempis flaveola mosqueteirinho-amarelo

BMC Euscarthmus meloryphus zipedede, barulhento

BMC Mionectes rufiventris supi-de-cabeça-cinza

BMC Leptopogon amaurocephalus abre-asas

BMC Phylloscartes eximius cara-pintada

BMC Phylloscartes ventralis borboletinha

MC Phylloscartes kronei 173 borboletinha-da-restinga

BMC Phylloscartes paulistus 174 borboletinha-paulista

BMC Phylloscartes oustaleti borboletinha-arrebita-rabo

BMC Phylloscartes difficilis estalinho

B Phylloscartes sylviolus 175 verdinho-de-cara-canela

BMC Corythopis delalandi estalador

BMC Myiornis auricularis miudinho

BMC Hemitriccus diops mosqueteirinho-cinzento

BMC Hemitriccus obsoletus mosqueteirinho-marrom

BMC Hemitriccus orbitatus mosqueteirinho-de-óculos

BMC Hemitriccus nidipendulus 176 mosqueteirinho-verde

* Hemitriccus kaempferi 177 mosqueteirinho-da-serra

BMC Hemitriccus margaritaceiventer mosqueteirinho-olho-branco

MC Todirostrum latirostre 178 ferreirinho

BMC Todirostrum plumbeiceps tororó

BMC Todirostrum poliocephalum caga-sebo-de-óculos

BMC Todirostrum cinereum caga-sebo

BMC Ramphotrigon megacephala cabeçudo

BMC Tolmomyias sulphurescens patinho-gritador

BMC Platyrinchus leucoryphus 179 patinho-grande

BMC Platyrinchus mystaceus patinho

BMC Onychorhynchus swainsoni 180 maria-lecre

BMC Myiobius barbatus papa-moscas-dourado

BMC Myiobius atricaudus papa-moscas-espoleta

BMC Myiophobus fasciatus felipe

BMC Contopus cinereus papa-moscas-cinzento, piuí

BMC Lathrotriccus euleri papa-moscas-enferrujado

* Empidonax alnorum 181 papa-moscas-fibiu

BMC Cnemotriccus fuscatus enferrujado-grande

BMC Cnemotriccus bimaculatus 182 enferrujado-firí

BMC Pyrocephalus rubinus príncipe, verão

BMC Xolmis cinerea noivinha-cinzenta

BMC Xolmis velata 183 noivinha-de-costas-cinzentas

B C Xolmis irupero noivinha-branca

BMC Heteroxolmis dominicana noivinha-de-rabo-preto

* Knipolegus hudsoni maria-preta

BMC Knipolegus cyanirostris maria-preta-de-bico-azul

* Knipolegus aterrimus 184 maria-preta

BMC Knipolegus nigerrimus maria-preta-da-serra

BMC Knipolegus lophotes maria-preta-grande

BMC Hymenops perspicillata 185 viuvinha-de-óculos

BMC Arundinicola leucocephala freirinha, cabeça-de-vô

BMC Fluvicola pica lavadeira

C Lessonia rufa 186 colegial

BMC Colonia colonus viuvinha, pito-de-velha

B C Alectrurus tricolor galinho

* Alectrurus risorius 187 galinho-de-tesoura

BMC Gubernetes yetapa tesoura-do-brejo

BMC Satrapa icterophrys siriri-de-sobrancelhas

BMC Hirundinea ferruginea birro

BMC Machetornis rixosa siriri-cavaleiro

BMC Muscipipra vetula tesoura-cinzenta

BMC Attila phoenicurus capitão-castanho

BMC Attila rufus capitão-de-saíra

C Casiornis rufa 188 caneleiro

BMC Syristes sibilator papa-moscas-assobiador

BMC Myiarchus swainsoni maria-cavaleira

BMC Myiarchus ferox maria-cavaleira

BMC Myiarchus tyrannulus maria-cavaleira

* Myiarchus tuberculifer 189 maria-cavaleira

BMC Tyrannus savana tesourinha

BMC Tyrannus melancholicus siriri, siri

* Tyrannus tyrannus 190 siriri-cinzento

BMC Empidonomus varius peitica

* Griseotyrannus aurantioatrocristatus 191peitica-de-coroa-preta

BMC Megarynchus pitangua bem-te-vi-de-bico-chato

BMC Conopias trivirgata mosqueteiro-assobiador

* Philohydor lictor 192 bem-te-vi-pequeno

BMC Myiodynastes maculatus bem-te-vi-rajado

BMC Myiozetetes similis bem-te-vi-pequeno

BMC Legatus leucophaius peitica-de-bico-curto

BMC Pitangus sulphuratus bem-te-vi

BMC Pachyramphus viridis caneleirinho-verde

BMC Pachyramphus castaneus canelerinho

BMC Pachyramphus polychopterus caneleirinho-preto

BMC Pachyramphus validus caneleiro-de-coroa

* Pachyramphus marginatus 193 caneleirinho-pequeno

BMC Tityra cayana anambezinho-cara-vermelha

BMC Tityra inquisitor anambezinho

* Xenopsaris albinucha 194 tijerila

FAMÍLIA PIPRIDAE

BMC Schiffornis virescens flautim

BMC Piprites chloris dançador-verde

BMC Piprites pileatus 195 dançador-coroado

BM Antilophia galeata 196 tangará-de-topete

BMC Manacus manacus rendeira

BMC Ilicura militaris tangarazinho

BMC Chiroxiphia caudata tangará

BMC Pipra fasciicauda bailarino-escarlate

B C Neopelma pallescens 197 fruxu

* Neopelma chrysolophum fruxu-pequeno

FAMÍLIA COTINGIDAE

B C Laniisoma elegans 198 picanço

BMC Phibalura flavirostris tesoura-do-mato

C Carpornis melanocephalus 199 corocochó-do-litoral

BMC Carpornis cucullatus corocochó

BMC Lipaugus lanioides 200 suissa

BMC Pyroderus scutatus pavão, pavó

BMC Procnias nudicollis araponga, guiraponga

FAMÍLIA OXYRUNCIDAE

BMC Oxyruncus cristatus bico-agudo, bombinha

FAMÍLIA HIRUNDINIDAE

BMC Tachycineta albiventer andorinha-de-asa-branca

BMC Tachycineta leucorrhoa andorinha-de-testa-branca

C Tachycineta leucopyga 201 andorinha

BMC Progne tapera andorinha-do-campo

B Progne subis 202 andorinha-púrpura

BMC Progne chalybea andorinha-doméstica

* Progne modesta 203 andorinha-preta

BMC Notiochelidon cyanoleuca andorinha

B Atticora melanoleuca 204 andorinha-tesoura

C Neochelidon tibialis 205 andorinha-de-perna-branca

BMC Alopochelidon fucata andorinha-morena

BMC Stelgidopteryx ruficollis andorinha-de-barranco

BMC Riparia riparia andorinha-parda-de-coleira

BMC Hirundo rustica andorinha-de-bando

B C Petrochelidon pyrrhonota andorinha-costas-castanhas

FAMÍLIA MOTACILLIDAE

* Anthus furcatus 206 caminheiro

BMC Anthus lutescens caminheiro-amarelo

B C Anthus correndera 207 caminheiro

B C Anthus nattereri caminheiro

BMC Anthus hellmayri caminheiro

FAMÍLIA TROGLODYTIDAE

BMC Donacobius atricapillus 208 japacanim

BMC Cistothorus platensis 209 corruíra-do-campo

BMC Thryothorus leucotis 210 corruiruçu-de-bico-curto

BMC Thryothorus longirostris corruiruçu-do-litoral

BMC Troglodytes aedon corruíra

FAMÍLIA MIMIDAE

B C Mimus gilvus 211 sabiá-da-praia

B C Mimus triurus 212 calandra-real

BMC Mimus saturninus sabiá-do-campo

FAMÍLIA TURDIDAE

BMC Platycichla flavipes sabiá-preta, sabiúna

BMC Turdus nigriceps sabiá-ferreiro, correntina

BMC Turdus rufiventris sabiá-laranjeira

BMC Turdus leucomelas sabiá-pardo

BMC Turdus amaurochalinus sabiá-poca, sabiá-branco

BMC Turdus albicollis sabiá-coleira

FAMÍLIA SYLVIIDAE

BMC Ramphocaenus melanurus chirito-bicudo

BMC Polioptila lactea balança-rabo-cinzento

B C Polioptila dumicola 213 balança-rabo-de-máscara

FAMÍLIA EMBERIZIDAE

BMC Zonotrichia capensis tico-tico

BMC Ammodramus humeralis tico-tico-rato

BMC Haplospiza unicolor cigarra-bambu

* Charitospiza eucosma 214 bavezinho

* Coryphaspiza melanotis 215 tico-tico-do-campo

BMC Donacospiza albifrons tico-tico-do-banhado

BMC Poospiza thoracica pinhãozinho

B C Poospiza nigrorufa quem-te-vestiu

* Poospiza melanoleuca 216 capacetinho

BMC Poospiza lateralis quete

BMC Sicalis citrina canário-da-pedreira

BMC Sicalis flaveola canário-da-terra

BMC Sicalis luteola tipiu

BMC Emberizoides herbicola tibirro-do-campo

BMC Emberizoides ypiranganus tibirro-do-brejo

BMC Embernagra platensis sabiá-do-banhado

BMC Volatinia jacarina tiziu

BMC Tiaris fuliginosa 217 cigarra-fuligem

B C Sporophila frontalis pichochó

BMC Sporophila falcirostris 218 cigarra

BMC Sporophila plumbea patativa

BMC Sporophila collaris coleiro-do-brejo

BMC Sporophila lineola bigodinho

B Sporophila leucoptera 219 cigarrinha-de-peito-branco

BMC Sporophila caerulescens coleirinho

B C Sporophila bouvreuil 220 caboclinho

* Sporophila ruficollis 221 caboclinho-paraguai

B C Sporophila hypoxantha caboclinho-barriga-vermelha

B C Sporophila melanogaster 222 caboclinho-de-barriga-preta

C Sporophila nigricollis 223 caboclinho-baiano

BMC Oryzoborus angolensis curió

BMC Amaurospiza moesta negrinho-do-mato

BMC Arremon taciturnus tico-tico-de-bico-preto

BMC Arremon flavirostris tico-tico-de-bico-amarelo

BMC Coryphospingus cucullatus tico-tico-rei

B C Paroaria coronata 224 cardeal

B C Paroaria capitata 225 galo-da-campina

BMC Pitylus fuliginosus bico-de-pimenta

* Saltator aurantiirostris 226 patetão

* Saltator caerulescens 226 sabiá-gongá

BMC Saltator similis trinca-ferro, para-pelote

BMC Saltator maxillosus trinca-ferro-da-serra

BMC Passerina brissonii azulão

BMC Passerina glaucocaerulea azulinho

BMC Schistochlamys ruficapillus bico-de-veludo

* Schistochlamys melanopis 227 bico-de-veludo-de-máscara

BMC Cissopis leveriana tié-tinga

BMC Orchesticus abeillei sanhaço-marrom

BMC Pyrrhocoma ruficeps cabecinha-castanha

BMC Hemithraupis guira saí-de-babador

BMC Hemithraupis ruficapilla saí-de-cabeça-enferrujada

BMC Thlypopsis sordida saí-canário

BMC Nemosia pileata fruteiro

BMC Orthogonys chloricterus sanhaço-amarelo, jacinto

BMC Tachyphonus coronatus tié-preto

BMC Tachyphonus cristatus tié-galo

BMC Trichothraupis melanops tié-de-topete, sanhaçungorá

BMC Neothraupis fasciata 228 sanhaço-cinzento

BMC Cypsnagra hirundinacea 229 sanhaço-do-cerrado

BMC Habia rubica tié-de-bando

BMC Piranga flava sanhaço-de-fogo

BMC Thraupis sayaca sanhaço

BMC Thraupis cyanoptera sanhaço-de-encontro-azul

BMC Thraupis palmarum sanhaço-verde

BMC Thraupis ornata sanhaço-azul

BMC Thraupis bonariensis sanhaço-papa-laranja

BMC Ramphocelus bresilius tié-sangue

BMC Ramphocelus carbo tié-sangue-preto

BMC Stephanophorus diadematus sanhaço-frade

BMC Pipraeidea melanonota saíra-viúva

BMC Euphonia chlorotica gaturamo

BMC Euphonia violacea gaturamo, bonito-lindo

BMC Euphonia chalybea gaturamo

B C Euphonia musica 230 gaturamo-rei

BMC Euphonia pectoralis gaturamo-serrador, chixarro

BMC Chlorophonia cyanea bandeirinha

BMC Tangara cayana saíra-de-gravata

BMC Tangara seledon saíra-sete-cores

BMC Tangara cyanocephala saíra-militar

BMC Tangara pretiosa saíra-dourada

BMC Tangara peruviana saíra-dourada-costas-pretas

BMC Tangara desmaresti saíra-lagarta

BMC Dacnis cayana saí-azul

B C Dacnis nigripes 231 saí-azul-de-perna-preta

BMC Chlorophanes spiza saí-verde, saíra-tucano

BMC Tersina viridis saí-andorinha

FAMÍLIA PARULIDAE

BMC Parula pitiayumi mariquita

BMC Geothlypis aequinoctialis pia-cobra

MC Basileuterus flaveolus 232 pula-pula-amarelo

BMC Basileuterus culicivorus bispo

BMC Basileuterus leucoblepharus pula-pula-assobiador

BMC Phaeothlypis rivularis pula-pula-do-rio

BMC Conirostrum speciosum figuinha-de-rabo-castanho

BMC Conirostrum bicolor 233 figuinha-do-mangue

* Dendroica striata 234 figuinha-riscada

BMC Coereba flaveola sebinho

FAMÍLIA VIREONIDAE

BMC Cyclarhis gujanensis pitiguari, gente-de-fora-vem

BMC Vireo chivi jiruviara

BMC Hylophilus poicilotis 235 verdinho-coroado

FAMÍLIA ICTERIDAE

BMC Cacicus haemorrhous guaxe

BMC Cacicus chrysopterus tecelão, japuíra

BMC Cacicus solitarius japuíra-de-bico-branco

BMC Icterus cayanensis merro

* Xanthopsar flavus 236 veste-amarela

* Amblyramphus holosericeus 237 dragão-do-banhado

BMC Agelaius thilius sargento, dó-ré-mi

BMC Agelaius cyanopus chopinzinho-do-banhado

BMC Agelaius ruficapillus garibaldi

BMC Leistes militaris polícia-inglesa

BM Sturnella defilippi polícia-inglesa-de-bico-agudo

BMC Pseudoleistes guirahuro chopim-do-brejo

* Pseudoleistes virescens 238 dragão

BMC Gnorimopsar chopi chupim, pássaro-preto

BM Psarocolius decumanus japu

BMC Scaphidura oryzivora graúna

BMC Molothrus rufoaxillaris 239 chupim-de-axila-vermelha

B C Molothrus badius asa-de-telha

BMC Molothrus bonariensis chupim, vira-bosta

B C Dolichonyx oryzivorus 240 triste-pia

FAMÍLIA FRINGILLIDAE

BMC Carduelis magellanicus pintassilgo

FAMÍLIA ESTRILDIDAE

BMC Estrilda astrild bico-de-lacre

FAMÍLIA PLOCEIDAE

BMC Passer domesticus pardal

FAMÍLIA CORVIDAE

BMC Cyanocorax caeruleus gralha-azul

B C Cyanocorax cyanomelas 241 gralha-violeta

BMC Cyanocorax chrysops gralha-amarela

BMC Cyanocorax cristatellus 242 gralha-do-cerrado


COMENTÁRIOS

Neste ítem, estão incluídas informações inéditas obtidas pelos autores ou outros pesquisadores idôneos e ainda, dados adicionais sobre espécies selecionadas por sua raridade local ou explicativas no caso de possibilidades marginais de ocorrência no Estado.


1. Apenas registros muito antigos, todos na região nordeste do Estado em vegetação de campos cerrados (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991). Complementam-se estes, com material coletado em Itararé por J.Natterer (Pelzeln, 1871).

2. Coletada por J.Natterer em Itararé, São Paulo, no início do século passado (Pelzeln, 1871). Por ser espécie característica da vegetação de cerrado, pode-se supor sua ocorrência também nas porções limítrofes do nordeste paranaense.

3. Conta apenas com informações de exemplares coletados em Jaguariaíva em 1820 e no município divisório de Itararé, São Paulo por J.Natterer (Pelzeln, 1871; Straube, 1993a).

4. Observada por C.Seger no Reservatório do Passaúna, Curitiba (VIII/1989). Há registro ainda para a margem brasileira do Reservatório de Itaipu (Seger et al., 1993) e, no mesmo local, porém na margem do Paraguai, foi coligido um espécime, depositado no "Museu de Fauna y Flora" (Itaipu Binacional, Ciudad del Este).

5. Um indivíduo observado por P.Scherer-Neto nas praias de Caiobá, Matinhos (IX/1988).

6. Registro para o Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai, inclusive com espécime (Pérez & Colmán, 1988).

7. Baseado em Harrisson (1989), levando-se ainda em consideração que sua distribuição inclui a norte, o Estado de São Paulo (Pinto, 1964).

8. Um crânio, retirado de um exemplar decomposto foi obtido por P.Scherer-Neto em Pontal do Sul, Paranaguá (X/1988). A identificação do material deve-se a D.M.Teixeira. Krul & Moraes (1993a) e Krul & Moraes (1995) mencionam a espécie para a região de praia no município de Paranaguá, integrando mortandades de aves marinhas.entre junho de 1992 e julho de 1993 entre Pontal do Sul e Shangrilá, Paranaguá. Outro crânio foi coletado em 1993 no litoral norte do Estado (M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert).

9. Sick (1985) a menciona para as águas litorâneas de Santa Catarina e São Paulo, onde provavelmente se enquadraria o Paraná, não obstante a discordância no mapa de distribuição da espécie de Harrisson (1989).

10. Willis & Oniki (1985) identificaram um espécime coletado em São Paulo como sendo P.palpebrata, corrigindo determinação anterior de Pinto (1964). Teixeira et al. (1988) rejeitam a nova identificação, preferindo a posição inicial. Este registro para São Paulo parece determinar o limite norte da distribuição costeira da espécie na América do Sul, embora permaneça a dúvida na identidade do exemplar.

11. Bandos com cerca de 20 indivíduos observados por P.Scherer-Neto a cerca de 100 milhas do litoral paranaense (VIII/1983).

12. Menção para o Paraná baseia-se em Harrisson (1989).

13. Embora assuma-se como limite mais setentrional de sua distribuição o Estado do Rio Grande do Sul, Pinto (1964) a menciona para São Paulo.

14. Possibilidade marginal de ocorrência no Paraná, segundo Harrisson (1989).

15. Inclui o Paraná em sua área de distribuição na época de migração (Harrisson, 1989). Citada para o litoral paranaense (Moraes & Krul, 1995).

16. O registro de Sick & Bege (1984) para Santa Catarina, em conjunto com a distribuição geral da espécie (Harrisson, 1989; Hoyo et al., 1992) permite a suposição de sua ocorrência mesmo que acidental no Estado do Paraná.

17. Substitui P.olivaceus (Humboldt, 1805), situação seguida há muito tempo por Pinto (1964, 1978) e depois confirmada por Browning (1989) e Teixeira (1992), baseados no material iconotípico.

18. Um indivíduo observado por P.Scherer-Neto em Bairro Alto, Antonina (IX/1986) e outro, por M.Bornschein e F.Straube no município de Guaraqueçaba (VII/1988).

19. Com base em Hancock & Kushlan (1984) além de menções marginais para Santa Catarina (Sick, Rosário & Azevedo,1981) e Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta,1987).

20. Registros recentes em Anjos & Seger (1988) e Krul & Moraes (1993c). Ademais, é espécie conhecida em Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta,1987).

21. Um indivíduo foi observado por M.B.R.Lange nas proximidades de Palotina (XII/1989). Tem sido citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

22. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

23. Citada para o Rio Paraná (Schubart et al., 1965), além de menção para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

24. Coletada por Natterer em 1820-1821 nos mangues da Baía de Paranaguá e Guaraqueçaba (Pelzeln, 1871; Straube, 1993). Posteriormente, P.Scherer-Neto observou três indivíduos na Baía de Antonina em 1977 (v. Teixeira & Best, 1981). Moradores da região da Baía de Guaratuba mencionam sua ocorrência naquela região (I/1994), situação que ainda não pôde ser confirmada, apesar de diversos esforços para tal. Uma revisão de seu status e localidades de registro em São Paulo foi apresentada por Argel-de-Oliveira et al.(1993).

25. Observada por P.Scherer-Neto na região de Bairro Alto, Antonina (1987) e pelo mesmo autor com S.D.Arruda nas proximidades da foz do rio Ivaí. Registro bibliográfico baseia-se em Hoyo et al. (1992). Há menção para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

26. Possibilidade marginal de ocorrência no Paraná (Hoyo et al., 1992; Narosky & Yzurieta, 1987). Um indivíduo foi observado por A.de Meijer no Parque Regional do Iguaçu, Curitiba (XI/1984 a II/1985) mas deve se tratar de indivíduo fugido de cativeiro.

27. Um registro para Jaraguá do Sul (Bornschein, 1992) suporta uma possibilidade marginal de ocorrência no Paraná.

28. Um indivíduo observado e fotografado por B.E.Marterer na Fazenda Estrela, Guaratuba (V/1988). É espécie citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

29. Segundo Madge & Burn (1988), Hoyo et al. (1992). Há um registro para a localidade Água do Quati, próxima de Londrina (Steffan, 1974). Alguns indivíduos foram observados por M.Bornschein e F.Straube em uma ilha do rio Paraná, no extremo noroeste (II/1991).

30. Baseado em Pinto (1964; 1978), dada a distribuição com limite norte em São Paulo e até o Rio de Janeiro (Nacinovic et al., 1989).

31. Distribuição incluindo o Paraná em época de migração conforme Madge & Burn (1988). Há um registro baseado em informações de terceiros para os campos e banhados da região litorânea do Paraná (Bornschein, Reinert & Pichorim, 1993), que merece confirmação.

32. Boa espécie, distinta de S.melanotos da África e Ásia (Hoyo et al., 1992). Tal posição já fôra utilizada por Pinto (1964).

33. Distribuição inclui o Paraná na época de migração (Madge & Burn, 1988; Hoyo et al., 1992).

34. Observada por P.Scherer-Neto e H.Sick na região de Palmas, sul do Paraná (1980), dado aproveitado em Sick & Bege (1984). Sua área de distribuição inclui o Paraná na época de migração (Madge & Burn, 1988; Hoyo et al., 1992). Foi verificada também por M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim nos banhados litorâneos do Paraná (1983).

35. Três indivíduos observados por P.Scherer-Neto, A.Lara, J.T.Motta e T.C.Margarido no Refúgio Biológico de Santa Helena, Santa Helena (II/1987).

36. Distribuição inclui o Paraná na época de migração (Madge & Burn, 1988; Hoyo et al., 1992).

37. Distribuição inclui o Paraná e estende-se até São Paulo (Alvarenga, 1990) na época de migração (Madge & Burn, 1988; Hoyo et al., 1992). Há menção para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

38. Registros recentes no Paraná estão em Lara (1992).

39. Ocorrência no Paraná baseada em Hoyo et al.(1992). Registros recentes no Estado foram compilados por Lara (1992).

40. Uma fêmea foi coletada por T.Chrostowski no Salto da Ariranha, Ivaiporã (XI/1922) (Sztolcman, 1926). Ademais, existem outros registros em áreas limítrofes na Argentina, Paraguai e estados de São Paulo e Santa Catarina (Collar et al., 1992).

41. Registros em Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

42. Possibilidade marginal de ocorrência no Paraná, segundo Hoyo et al (1992).

43. Um indivíduo foi abatido na década de 20 por soldados da 5ª Companhia de Fronteira nas proximidades das Sete Quedas, Guaíra (Straube, Bornschein & Teixeira, 1991).

44. Vários indivíduos foram observados por P.Scherer-Neto, F.Straube, M.Bornschein e C.Seger no sul da Ilha Grande, Altônia (X/1989). Posteriormente, F.Straube e M.Bornschein registraram-na em diversos locais ao longo do Rio Paraná no extremo noroeste do Estado. Mencionada para Misiones, Argentina por Narosky & Yzurieta (1987).

45. Um registro para o Parque Nacional do Iguaçu, Foz do Iguaçu por M.Bornschein e R.Pinto-da-Rocha (Bornschein & Straube, 1991a). Há também um registro de Moraes (1991) para a Ilha do Mel, Paranaguá.

46. Um registro duvidoso para o Estado apresentado por Sztolcman (1926). Foi verificada por P.Scherer-Neto na região da Serra do Mar (1985) e por P.Scherer-Neto e H.Sick em Campina Grande do Sul. Há menção para o Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988).

47. Um indivíduo observado por P.Scherer-Neto, F.Straube, M.Bornschein e C.Seger na porção sul da Ilha Grande, Altônia (X/1989). Na mesma data foi coletado um exemplar por M.Bornschein e F.Straube nas proximidades daquela área. Posteriormente, foi constatada por F.Straube e M.Bornschein no extremo noroeste do Paraná a adjacências sul-matogrossenses.

48. Conhecida no Paraná por exemplares provenientes da Fazenda Pitangui, Ponta Grossa (Pelzeln, 1871; Straube, 1993) e Castro (Pinto, 1938). Alguns registros adicionais para o Paraná e Santa Catarina foram apresentados por Bornschein & Straube (1991a).

49. Um exemplar exposto no Museu Sete Quedas, proveniente de Marechal Cândido Rondon (Bornschein & Straube, 1991a).

50. Registros no Paraná compilados por Bornschein & Straube (1991). Adicionalmente Westcott (1990, com.pess.) relata sobre um indivíduo capturado no início da década de 30, na região de Londrina. Foi verificada também nas Reservas Biológicas de Itaipu, margem do Paraguai (N.Pérez & A.Colmán, com.pess.).

51. Um exemplar coligido na Barra do Rio Bom, Kaloré (XII/1922), dois exemplares no acervo expositivo do Museu de História Natural Capão da Imbuia, um deles, provavelmente da década de 40 ou 50, de Sete Quedas, Guaíra, o outro da Divisa entre Paraná e São Paulo (sic), obtido na década de 60. Há registros marginais ainda, para o Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988) e para Misiones (Partridge, 1954).

52. Um indivíduo foi observado sobrevoando os campos de altitude no sudoeste do Estado (Bornschein et al.,1993). Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

53. Observada por A.de Meijer na região metropolitana de Curitiba (1988). Um exemplar coletado em Porto Primavera no Rio Paraná, Mato Grosso do Sul (Aguirre & Aldrighi, 1983). É citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

54. Um casal coletado por A.Mayer no Vale do Rio Ivaí (VII/1951) (Straube & Bornschein, 1989), consiste na única indicação da ocorrência, no Paraná, desta espécie que provavelmente está localmente extinta (Bornschein & Straube, 1991).

55. Contestamos a menção de Pipile grayi dada por Sick (1985) para o rio Ivaí, baseada em informações de J.C.Reis de Magalhães (Sick, 1990 in litt.). Segundo J.C.Reis de Magalhães (1990, in litt.) "....a presença de Pipile grayi no vale do Ivaí é remota e especulativa.", baseada em informações de caçadores que dizem ter observado jacutingas "muito magras e anêmicas, com as barbelas brancas".

56. Um indivíduo observado por F.Straube nos mangues da região de Cabaraquara, Guaratuba (Straube, 1990) e também verificada no município de Paranaguá por M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim (1993). A menção de Steffan (1974) para os arredores de Londrina, deve ser considerada duvidosa.

57. Um macho coletado em Curitiba (VI/1987) e um registro visual de F.Straube & M.Bornschein no rio Paranapanema (XII/1990).

58. Seis indivíduos observados por P.Scherer-Neto nos mangues da Baía de Guaraqueçaba, localidade de Poruquara (X/1986). Neste mesmo município, foi verificada por M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert em uma praia próxima de manguezais.

59. Observada no Parque Nacional de Superagui, Guaraqueçaba em 1988 (Bornschein et al.,1993). Foi mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

60. Ocorrência no Paraná concorda com Ripley (1977). Registros de campo foram apresentados por Krul & Moraes (1993c) e Seger et al.(1993). Foi verificada por M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert em 1993 e 1994 em campos e banhados litorâneos da região de Pontal do Sul, Paranaguá.

61. A ocorrência no Paraná, deste Rallidae raro e de distribuição enigmática é muito provável. Possui registros em São Paulo e Rio Grande do Sul, bem como na região limítrofe paraguaia de Puerto Bertoni (Collar et al., 1992).

62. Mencionada para Misiones, Argentina por Narosky & Yzurieta (1987).

63. Ocorrência no Paraná concorda com Ripley (1977). Registro recente foi apresentado por Seger et al. (1993) para os Refúgios Biológicos de Itaipu na margem brasileira.

64. Westcott (1980) a menciona para a região de Londrina. Seger et al. (1993) confirmam sua ocorrência na margem brasileira do Reservatório de Itaipu. M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim a verificaram na região litorânea paranaense em 1993.

65. Ocorrência no Paraná baseada em Ripley (1977). Foi mencionada por Pérez & Colmán (1988) para o Reservatório de Itaipu, margem paraguaia.

66. Um indivíduo foi capturado possivelmente nas proximidades do Lago de Itaipu no lado paraguaio (Sick, 1985). Segundo N.Pérez & A.Colmán (1988, com.pess.) porém, esta espécie nunca foi contactada na margem do Paraguai, desde o período anterior à construção da barragem até o presente. Há dois exemplares vivos em exposição no "Vivero Forestal de Itaipu" mas que são provenientes do Chaco paraguaio (N.Pérez, 1988 com.pess.).

67. Ocorrência no Paraná baseada em Hayman et al. (1986). Bornschein, Reinert & Pichorim (1993) a registraram nos campos e banhados da região litorânea paranaense.

68. Diversos registros no Estado, desde a Região Metropolitana de Curitiba até áreas próximas do Rio Paranapanema. Informação adicional consiste na menção de exemplares depositados no Museu Nacional (Miranda-Ribeiro, 1928), dos quais encontramos apenas um (MN-2659) em cujo rótulo está grafado à lápis "Parana".

69. Scherer-Neto (1985) reportou sua ocorrência no litoral do Paraná, com base em uma visualização na Ilha dos Currais, Paranaguá (VIII/1985).

70. Registros muito antigos para o noroeste paranaense (Straube & Bornschein, 1989a) e recentemente para o litoral do Estado (Moraes, 1993).

71. Um indivíduo em plumagem nupcial foi observado em 1991 no litoral paranaense, município de Guaraqueçaba (M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert).

72. Registro no "litoral do Paraná" (Moraes & Krul, 1993b e 1995).

73. Registro para o "litoral do Paraná" (Moraes & Krul, 1993b). Observadas em poucas oportunidades nos últimos anos no município de Paranaguá (M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim).

74. Menção para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

75. Ocorrência no Paraná segue Hayman et al. (1988). Há uma citação para a Ilha do Mel, Paranaguá (Moraes, 1991) e litoral do Paraná, sem localidade mencionada (Moraes & Krul, 1993).

76. Distribuição inclui o Estado do Paraná segundo Hayman et al. (1988). Dois indivíduos foram observados em 1993 no litoral do Paraná, no município de Paranaguá (M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim).

77. Espécie observada e colecionada em 1993 no litoral paranaense no município de Paranaguá (M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert).

78. Distribuição incluindo o Paraná baseia-se no apresentado por Hayman et al. (1986). M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert a verificaram en 1993 na região litorânea, nos municípios de Guaraqueçaba e Paranaguá. Registros mais meridionais para a espécie no Brasil, já foram relatados por Bornschein & Arruda (1991) e Silva & Caye (1992), respectivamente para Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

79. Inclui o Paraná na distribuição durante a época de migração (Harrisson, 1989), embora tal informação discorde muito de Hayman et al.(1988).

80. A.de Meijer (1988, com.pess.) observou um indivíduo na região de várzeas do Rio Iguaçu, próximo de Curitiba (XII/1988). Mencionada para o litoral do Paraná (Moraes & Krul, 1995).

81. Inclui o Paraná em sua distribuição (Harrisson, 1989). Citada para o litoral do Paraná por Moraes & Krul (1995).

82. Embora não seja citado para o Paraná na literatura corrente, há um registro para a região das praias entre Pontal do Sul e Shangrilá, Paranaguá (Moraes & Krul, 1993b, 1995; Krul & Moraes, 1993b).

83. Inclui o Paraná em sua distribuição (Harrisson, 1989). P.Scherer-Neto a observou na costa paranaense na década de 80.

84. Inclui o Paraná em sua distribuição (Harrisson, 1989).

85. Notificação de ocorrência no "litoral do Paraná" dada por Moraes & Krul (1993b, 1995). Ademais, ocorre em Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

86. Registros na Baía de Paranaguá em Krul & Moraes (1993b) e Moraes & Krul (1995).

87. Distribuição concorda com Harrison (1989).

88. Inclui o Paraná na sua área de distribuição durante a época migratória (Harrisson, 1989). É mencionada por Krul & Moraes (1993a; 1993b).

89. Inclui o Paraná na área de distribuição (Harrisson, 1989).

90. O gênero Rynchops foi originalmente designado por Linnaeus em 1758 mas teve sua grafia modificada para Rhynchops em uma emenda de Latham em 1790 (Hellmayr & Conover, 1948).Quanto ao gênero gramatical, deve ser considerado feminino, conforme dissertou Amaral (1976); assim, nigra é preferível a niger.

91. Um exemplar exposto no Museu Sete Quedas, coletado por A.Krause em Marechal Candido Rondon (8XI/1961). Anjos & Graf (1993) a verificaram na Fazenda Santa Rita, Palmeira. A espécie foi mencionada para o Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Rio Pozuelo) (Pérez & Colmán, 1988).

92. Anjos & Graf (1993) a registraram na Fazenda Santa Rita, Palmeira. É citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

93. Registros de P.Scherer-Neto no Refúgio Biológico de Santa Helena, Reservatório de Itaipu (XII/1986 e II/1987).

94. Uma observação na Represa de Guaricana, Morretes (IV/1981) por P.Scherer- Neto (citado por Straube, 1990). Posteriormente P.Scherer-Neto verificou a nidificação da espécie na região de Guaratuba (II/1994).

95. Há material coletado por T.Chrostowski em Vermelho, Guarapuava (Sztolcman, 1926) e um registro visual no extinto Parque Nacional de Sete Quedas, Guaíra (Scherer-Neto, 1983). Há menção para o Reservatório de Itaipu, na margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988) e em várias localidades em Misiones (Navas & Bó, 1988).

96. Espécie tida como extinta no Brasil, possui apenas um registro antigo no Paraná, na região sudoeste, baseado em informações locais (Straube, 1988a).

97. Dois indivíduos foram observados por J.B.Nacinovic (1991 com.pess.) nas proximidades da Garganta do Diabo, Cataratas do Iguaçu (16/II/1980). A espécie foi mencionada também para o Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988).

98. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

99. Um exemplar exposto no Museu de História Natural Capão da Imbuia, possivelmente coletado no Paraná por A.Mayer. Straube (1988) a registrou na confluência do Rio Jordão com o Rio Iguaçu (VI/1987). Muito próximo desta região, na área da Usina Hidrelétrica de Segredo, a espécie foi observada por F.Straube, B.Reinert, M.Bornschein e M.Pichorim em 1992.

100. Possibilidade marginal de ocorrência segundo Forshaw (1977) e Narosky & Yzurieta (1987).

101. Dois exemplares coletados por A.Mayer em Porto Felipe, margem mato-grossense do Rio Paraná (IX/1945) forçam-nos a considerá-la como provável ocorrente da avifauna paranaense (Straube & Bornschein, 1989). Além disto, é espécie comum em Ciudad del Este (Paraguai) mas nunca fôra constatada na cidade limítrofe paranaense de Foz do Iguaçu. Em Curitiba, sua existência deve-se certamente a exemplares fugidos de cativeiro ou soltos o que, já permitiu a aclimatação local da espécie. Por alguns autores tem sido erroneamente grafada como Brotogeris versicolorus.

102. Área de distribuição inclui o Paraná (Forshaw, 1977). Apesar disto, uma grande controvérsia paira em tal questão uma vez que o seu limite norte, admitido por longo tempo como o Estado de São Paulo, foi recentemente considerado duvidoso (Collar et al., 1992). Há registros em áreas limítrofes como o Departamento de Alto Paraná no Paraguai e a Província de Misiones na Argentina (Collar et al., 1992).

103. Inclui o Paraná em sua área de distribuição (Forshaw, 1977). Foi verificada no extinto Parque Nacional de Sete Quedas (Scherer-Neto, 1983).

104. Novas informações sobre esta espécie recentemente constatada no Paraná estão em Straube & Scherer-Neto (citados por Collar et al., 1992). Outros registros foram obtidos por M.Bornschein e B.Reinert no Parque Nacional de Superagui, Guaraqueçaba e na Serra do Mar, próximo de Curitiba.

105. Registros de Martuscelli (1990) para a Ilha do Cardoso, litoral-sul de São Paulo em fevereiro de 1990.

106. Um registro visual no extremo sul do Mato Grosso do Sul, nas adjacências dos limites com o Paraná por M.Bornschein e F.Straube (II/1991) (Bornschein et al., 1993). Também foi citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

107. Tem sido citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

108. Mencionada para o Paraná por Bornschein et al.(1993).

109. Uma revisão de localidades de registro no Paraná está em Bornschein et al (1993).

110. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987; Chebez, 1992).

111. Há muito tempo se cogita a separação de O.sanctacatarinae, posição bastante divergente entre os vários autores (Pinto, 1978; Willis & Oniki, 1991; Sibley & Monroe-Jr., 1990). Enquanto não hajam revisões mais detalhadas sobre o assunto, preferimos seguir Meyer de Schauensee (1983).

112. Espécie citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987). Foi registrada por N.Pérez e A.Colmán na margem paraguaia do rio Paraná nas proximidades de Foz do Iguaçu.

113. O registro de Sztolcman (1926) é duvidoso, tendo-se em vista a dificuldade em separar esta espécie de G.brasilianum, fato não mencionado por aquele autor. Novos registros da espécie, com base em observações e vocalização estão em Bornschein, Straube, Reinert & Pichorim (1993). Ademais, um exemplar foi coletado em Porto Primavera, no Rio Paraná, Mato Grosso do Sul (Aguirre & Aldrighi, 1983).

114. Um indivíduo observado por P.Scherer-Neto no Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo, Fênix (VI/1989).

115. Diversos registros acumulados nos últimos anos (e.g. Pichorim & Bóçon, 1993; Scherer-Neto, Anjos & Straube, 1994), incluindo a confirmação e descrição de atividades reprodutivas no Estado (Scherer-Neto, 1985a). Dado adicional é um exemplar depositado no Museu Ornitológico de Goiânia (MOG-1101) coletado em Cascavel (10/II/1968).

116. Um exemplar foi capturado nas proximidades do Passeio Público em Curitiba (1984), informação complementada por três observações de A.de Meijer no Parque Regional do Iguaçu, Curitiba.

117. Apenas três registros para o Paraná, todos anteriores à década de 70, conforme compilados por Straube & Bornschein (1991b).

118. Registro nos cerrados do nordeste do Paraná (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991) e nos campos e banhados litorâneos (Bornschein, Reinert & Pichorim, 1993).

119. Exemplar coletado por J.Natterer em Itararé (Pelzeln, 1871) e já verificado em Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987; Navas & Bó, 1988; Anônimo, 1988) e no Reservatório de Itaipu, Paraguai (Pérez & Colmán, 1988).

120. Um único registro mediante um exemplar coligido na região oeste extrema (Straube & Bornschein, 1991b).

121. Citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987) e constatada no Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (N.Pérez & A.Colmán, com.pess.)

122. Um exemplar, depositado no Museu Nacional, coletado no Paraná, provavelmente na região de Curitiba, em data ignorada. Foi mencionada para o Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988).

123. Anteriormente foi registrada apenas na Estação Ferroviária do Marumbi, Morretes (Straube, 1990b; Straube & Bornschein, 1991b). Posteriormente foi verificada em outras oportunidades no primeiro planalto paranaense e na Serra do Mar (M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert).

124. Registros no Paraná e outras regiões do Brasil foram compilados por Straube (1990b). Recentemente, entre os anos de 1993 e 1994, tem sido verificada na região metropolitana de Curitiba por P.Scherer-Neto, M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim.

125. Uma revisão de novas localidades de ocorrência no Paraná está em Pichorim & Bornschein (1993).

126. Registro em Guaraqueçaba por S.Robinson (1992, com.pess.) e Limeira, Guaratuba (1993) por P.Scherer-Neto, F.Straube, M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim.

127. Inclui o Paraná em sua área de distribuição (Grantsau, 1988).

128. Ruschi (1982) fez referência a indivíduos anilhados em Curitiba e Rolândia, na região norte paranaense. Sócios do Clube de Observadores de Aves afirmam ter observado a espécie na Ilha do Mel, Paranaguá (1988).

129. Há um espécime coletado em Castro no Museu de Zoologia em São Paulo (M.Bornschein). Ademais, foi mencionada para o Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988).

130. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987) e para as proximidades do Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988). A problemática menção de Steffan (1974) para a região de Londrina merece confirmação por acompanhar outros evidentes equívocos de identificação.

131. Registros visuais de Willis & Oniki (1981) na Reserva Estadual de Sete Barras, próxima ao vale do Rio Ribeira. Grantsau (1988) descreve seu H.c.griseiventris citando como distribuição a "região litorânea do Brasil, SE do Rio de Janeiro até NE-Argentina", sem qualquer explicação ou prova por espécime. No mapa de distribuição desta subespécie há apenas duas localidades indicadas, ambas em São Paulo.

132. Inclui o Paraná em sua área de distribuição (Grantsau, 1988). Um registro por M.Bornschein e F.Straube (II/1991) para os limites meridionais do Mato Grosso do Sul, quase na divisa com o Paraná.

133. Registrada recentemente na região nordeste do Estado, em floresta alterada (Straube, 1989d) e nos campos cerrados (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991).

134. Uma visualização por F.Straube e M.Bornschein em um parque municipal na cidade de Guaíra, extremo oeste do Estado (X/1989).

135. Área de distribuição inclui o Paraná segundo Grantsau (1988). Registros de Westcott (1986) para a região de Londrina.

136. A forma Trogon curucui curucui de Linnaeus citada para o Paraná por Sztolcman (1926), deve ser suprimida em favor de Trogon rufus. Corrige-se então a inclusão daquela espécie oferecida em versões anteriores da lista das aves do Paraná.

137. Um indivíduo foi observado por F.Straube (VII/1990) no Parque Estadual de Ibicatu, Centenário do Sul. Além disso, há registros no Parque Estadual do Morro do Diabo, Teodoro Sampaio, São Paulo (Willis & Oniki, 1981; F.Straube).

138. Coletânea de localidades de registro no Paraná está em Collar et al. (1992).

139. Não obstante já ter sido verificada nas áreas limítrofes do Mato Grosso do Sul (Straube & Bornschein, 1989a), a espécie ainda não conta com registros que não hipotéticos para o Paraná.

140. Apesar de opiniões contestadoras (Vielliard, 1991 com.pess.), tem sido considerada co-específica com P.c.temminckii (Short, 1982) com base em inúmeros intermediários em grande parte de sua distribuição (Bornschein & Straube, 1991).

141. Dois indivíduos observados por P.Scherer-Neto e S.D.Arruda no vale do Rio Ivaí, Icaraíma (VII/1988). Posteriormente vários exemplares foram coletados por M.Bornschein e F.Straube na Ilha Grande, Altônia (X/1989), bem como outros locais na porção noroeste extrema do Paraná e adjacências do Mato Grosso do Sul (II/1991).

142. Conta apenas com registros antigos baseados em coletas de J.L.Lima em Jacarezinho (1901), E.Garbe em Castro (1914) e E.Dente e D.Seraglia em Porto Camargo, Icaraíma (Pinto, 1938; Pinto & Camargo, 1956). Jaczewski (1925) cita a espécie como "muito numerosa" no sul do Paraná, embora não tenha obtido nenhum exemplar (Sztolcman, 1926). Ademais, A.Mayer coligiu um exemplar na Fazenda Garcez, Castro em data ignorada, provavelmente na década de 40. Chebez (1995) a menciona para o Parque Nacional do Iguaçu, margem brasileira.

143. Citada para o Paraná por Sick (1985).

144. Registro na área dos Refúgios Biológicos de Itaipu, margem brasileira (Seger , 1993).

145. P.Scherer-Neto a verificou em Piraí do Sul (1987), Jaguariaíva (1987) e Conselheiro Mayrinck (IV/1987). Há menção para a Fazenda Santa Rita, Palmeira (Anjos & Graf, 1993). Tem sido amplamente verificada na região de cerrados do nordeste paranaense (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991).

146. Coletada por J.Natterer em Itararé, São Paulo (Pelzeln, 1871). Lima (1938) obteve quatro exemplares no sul do Mato Grosso do Sul.

147. Mencionada por Bornschein, Reinert & Pichorim (1993) para os campos e banhados do litoral do Paraná .

148. Straube & Bornschein (1991) compilaram registros recentes baseados em observações e material coletado no Estado e adjacências do Mato Grosso do Sul. Novas informações bionômicas e de distribuição no Brasil têm sido motivo de estudo por D.Teixeira, A.Studer, M.Bornschein e F.Straube.

149. Registrada no Parque Nacional de Iguazu, Misiones (Anônimo, 1988).

150. Vários espécimens coletados por F.Straube e M.Bornschein (II/1991) no extremo noroeste do Paraná e regiões limítrofes do Mato Grosso do Sul. Tem sido citada para Misiones (Narosky & Yzurieta, 1987).

151. Paira ainda uma incerteza sobre a sustentação de P. erythrophthalmus e P.ferrugineigula como espécies distintas. Estas duas formas, com considerável zona de simpatria, possuem vocalizações distintas (Pacheco, 1993), mas chegam a formar intermediários (H.Alvarenga, 1992 in litt.).

152. Mencionada para Curitiba (Pelzeln, 1871; Straube, 1993) e considerada como de ocorrência esporádica no Capão da Imbuia, Curitiba (Anjos, 1990; Anjos & Laroca, 1989).

153. Um espécime no Museu Nacional, coligido por E.Snethlage na localidade de Corvo, Quatro Barras (V/1928), mesma localidade onde a espécie foi observada e coligida por F.Straube, M.Aguiar e A.de Meijer (V e X/1987). Ademais, tem sido verificada em outras regiões montanhosas da Serra do Mar (F.Straube, M.Bornschein, M.Pichorim, B.Reinert, M.Marini, J.C.Pinto).

154. Espécie provavelmente extinta no Estado cuja única informação é fornecida por Pinto & Camargo (1956) na região noroeste.

155. Registros recentes da espécie estão em Anjos & Bóçon (1992), Boçon et al. (1992) e Anjos & Graf (1993).

156. Observada por F.Straube (VII/1990) na Fazenda Jangadinha, Centenário do Sul. Posteriormente, um exemplar fêmea foi coletado por F.Straube & M.Bornschein na mesma localidade (XII/1990).

157. Observada em bando misto a 1650 m de altitude na região do Pico Paraná, Campina Grande do Sul por A.de Meijer (III/1988). Anteriormente já havia sido coletada por E.Kaempfer no Corvo, Quatro Barras (Naumburg, 1940), local onde M.Bornschein a re-encontrou recentemente.

158. A utilização deste nome, segue a revisão de Davis & O'Neill (1986). E.Dente e D.Seraglia coletaram um exemplar em Porto Camargo (I/1954) (Pinto & Camargo, 1956).

159. Registros em Ilha Grande (X/1989) e região de Porto Rico e adjacências do Mato Grosso do Sul (II/1991) por M.Bornschein & F.Straube. A comprovação de atividades reprodutivas nesta região foi oferecida por Straube, Bornschein & Teixeira (1992).

160. Informações para o Estado do Paraná são ainda inexistentes embora seja encontrada nos limites do Mato Grosso do Sul (Straube & Bornschein, 1989; M.Bornschein e F.Straube, não publicado), onde confirmou-se sua presença mediante diversos espécimens.

161. Descrita por Bertoni (1901), permaneceu na sinonímia de D.ferruginea até a revalidação de Willis (1988) com base na plumagem, vocalização e ocupação de hábitats. A questão contudo, permanece obscura quando analisada mediante farta série de museus (D.M.Teixeira e G.Luigi, 1991 com.pess.).

162. Uma coletânea de registros no Paraná está em Bornschein, Straube, Reinert & Pichorim (1993).

163. Pinto (1978) interpretou erroneamente as conclusões de Hellmayr (1924) incluindo a forma em questão como co-específica de M.loricata. Desconhecemos a existência de intermediários, embora haja uma pequena área de simpatria destas duas formas no sudeste brasileiro.

164. Espécie antes inclusa em Ch.campanisona, foi revalidada e amplamente estudada por Teixeira & Raposo (1992) e Willis (1992), que concluíram tratar-se de duas populações simpátricas de espécies crípticas. A distribuição tipicamente atlântica, segundo Raposo & Teixeira (1993): "Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina", nas áreas montanhosas entre 600 e 1300 m de altitude, não pode deixar de incluir, ao menos teoricamente, o leste paranaense.

165. Coletada em Itararé, São Paulo por J.Natterer (Pelzeln, 1871).

166. Registrada nos cerrados do nordeste paranaense (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991), mediante um exemplar ali coletado.

167. Registro de Willis & Oniki (1981) no Parque Estadual do Morro do Diabo, Teodoro Sampaio, São Paulo, quase na divisa com o noroeste paranaense.

168. O gênero Elaenia engloba espécies crípticas de identificação quase impraticável em muitas situações, extensivas a exemplares de museu. Nosso arrolamento específico deve, portanto, ser considerado provisório e baseia-se primordialmente nas características diagnósticas oferecidas na literatura corrente (Meyer de Schauensee, 1983; Camargo, 1986; Cavalcanti, 1988).

169. Mencionada para os campos e banhados litorâneos (Bornschein, Reinert & Pichorim, 1993) e para a região de Pontal do Sul, Paranaguá (Krul & Moraes, 1993c). Há menção ainda, para Misiones (Partridge, 1954).

170. Mencionada para os campos e banhados litorâneos (Bornschein, Reinert & Pichorim, 1993). Além disso é conhecida no Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988) e em Misiones (Partridge, 1954).

171. Citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

172. Registrada na área dos Refúgios Biológicos de Itaipu, margem brasileira (Seger et al., 1993).

173. Apenas recentemente descrita (Willis & Oniki, 1993), esta espécie parece restrita a uma pequena área de restinga, até o que se sabia, no Estado de São Paulo. Recentemente, M.Bornschein, B.Reinert, M.Pichorim e F.Straube (1993-1994) a verificaram em várias ocasiões na região litorânea paranaense. O Phylloscartes sp. de Moraes (1991) nas restingas da Ilha do Mel deve se tratar efetivamente desta espécie.

174. Uma compilação dos registros para o Paraná está em Collar et al. (1992).

175. Mencionada para Misiones, Argentina (Partridge, 1954; Narosky & Yzurieta, 1987) e para o leste do Paraguai (Bertoni, in Partridge, 1954; Pérez & Colmán, 1988).

176. Um espécime coletado por M.Bornschein & F.Straube em Zoada d'Água, Antonina (VIII/1990). Há outras observações em Adrianópolis, Paranaguá, Guaraqueçaba e Céu Azul (M.Bornschein), bem como na Fazenda Santa Rita, Palmeira (Anjos & Graf, 1993). Além disso, foi registrada em Itararé, São Paulo (Pinto, 1944) e no Parque Estadual do Morro do Diabo, Teodoro Sampaio, São Paulo (Willis & Oniki, 1981).

177. Conhecido apenas na localidade tipo: Salto Piraí, Joinville (Zimmer, 1953; Fitzpatrick & O'Neill, 1979) e a cerca de 100 km a sul de Brusque (Teixeira et al., 1991), ambas em Santa Catarina. A primeira localidade distancia-se 45 km a sul da divisa com o Paraná.

178. Um exemplar coletado na porção sul da Ilha Grande, Altônia por F.Straube & M.Bornschein (X/1989). Pode estar sendo subestimada em trabalhos de campo ou confundida com o congênere T.plumbeiceps ao qual se assemelha em colorido.

179. Conhecida apenas em poucas localidades do Brasil, fôra mencionada por Steffan (1974) para o reservatório Água do Quati, no Rio Tibagi, próximo de Londrina. Tal informação deve ser considerada duvidosa, uma vez que acompanha outros registros pouco aceitáveis para a região. Ademais, exemplares foram capturados no Rio Cubatão, Guaratuba por A.Mayer (1946), Fazenda Thá, Antonina por F.Straube (XII/1987) e Rio Guaraguaçu, próximo a Praia de Leste, Paranaguá por F.Straube, M.Marini, B.Reinert e M.do Valle (VIII/1991)(citados em Collar et al., 1992). Recentemente foi registrada no município de Guaratuba por M.Bornschein, A.Giraudo, F.Straube, B.Reinert e M.Anciães (I/1994).

180. Considerada co-específica com Onychorhynchus coronatus pela maior parte dos autores contemporâneos, deve contudo ser considerada espécie à parte devido à características diagnósticas incontestáveis de plumagem, morfométricas e de distribuição geográfica. Igual tratamento tem sido dispensado a O.occidentalis para o qual utiliza-se o mesmo argumento (Collar et al., 1992).

181. Por alguns autores ainda considerada E.traillii, foi mencionada para Misiones, Argentina por Narosky & Yzurieta (1987).

182. Sua separação de C.fuscatus, da qual era considerada subespécie, foi reconhecida inicialmente por Belton (1976; 1985). Autores subsequentes mantém a questão de maneira provisória.

183. Registrada nos campos cerrados do nordeste do Paraná (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991).

184. Mencionada para San Martín em Misiones, Argentina (Nores & Yzurieta, 1985).

185. Uma revisão de localidades de registro no Paraná está em Arruda & Lara (1992). Informação posterior foi apresentada por Bornschein, Reinert & Pichorim (1993) para os campos e banhados do litoral do Paraná.

186. Um indivíduo foi observado na região litorânea do Paraná, município de Paranaguá (M.Bornschein, B.Reinert e M.Pichorim).

187. Ocorrência pontuais em toda sua área de distribuição, destacando-se as de Puerto Bertoni em Alto Paraná, Paraguai e Arroio Urugua-í em Misiones, Argentina (Collar et al., 1992).

188. Espécie conhecida ao sul apenas até São Paulo (Traylor-Jr., 1979). Contudo, há observações de P.Scherer-Neto e S.D.Arruda no vale do Rio Ivaí, municípios de Tapira, Icaraíma e Querência do Norte (VII/1988), bem como nas adjacências sul-matogrossenses do noroeste do Paraná (Straube; Bornschein & Scherer-Neto, 1996). Ademais, foi amplamente verificada no Reservatório de Itaipu, margem paraguaia (Pérez & Colmán, 1988).

189. Assinalada para o Parque Nacional de Iguazu, Misiones (Anônimo, 1988).

190. Registros esporádicos em Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

191. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

192. Outrora incluída no gênero Pitangus, recebeu novo status por Lanyon (1984). Registrada por Willis & Oniki (1993) no Parque Estadual do Morro do Diabo ("Teodoro Sampaio State Reserve"), próximo ao Rio Paranapanema, quase na divisa com o Paraná.

193. Registro de Willis & Oniki (1981) em Sete Barras, São Paulo, próximo ao Rio Ribeira.

194. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

195. Escassas informações para o Estado: Curitiba (Pelzeln, 1871; Straube, 1993; Anjos & Graf, 1993). Foi também citada para Misiones, Argentina (Partridge, 1954; Narosky & Yzurieta, 1987).

196. A única informação desta espécie para o estado foi obtida na região noroeste (Pinto & Camargo, 1956).

197. Registros em Guaricana, Morretes por P.Scherer-Neto (IV/1981), Fazenda Monte Alegre, Telêmaco Borba por P.Scherer-Neto e R.Berndt (X/1988) e Fazenda Santa Rita, Palmeira por L.dos Anjos (XII/1989).

198. Apenas duas constatações, ambas por visualização, no Capão da Imbuia, Curitiba (Anjos, 1990c) e no Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo, Fênix por P.Scherer-Neto (III/1994).

199. Citada para o litoral-sul do Paraná por Snow (1988). Tal informação contudo é duvidosa (Snow, 1991 in litt.). Esta espécie foi citada por Collar et al. (1992) como ocorrente na região norte do Estado, sem outras informações. Acredita-se que tal menção refira-se, na verdade, ao litoral-norte, particularmente nas adjacências de Guaraqueçaba onde os autores a observaram em 1995.

200. Anteriormente conhecido no Paraná apenas mediante dois exemplares coletados por A.Mayer em Assunguí, na Serra Negra, Guaraqueçaba (VIII/1946) (Collar et al., 1992). Recentemente, duas observações foram realizadas, na região de Guaraqueçaba e Guaratuba (F.Straube, P.Scherer-Neto e A.Urben-Filho).

201. Registrada nos campos e banhados litorâneos (M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert). Há menção para o Parque Nacional de Iguazu, Misiones (Anônimo, 1988).

202. Registrada para Água do Quati, próxima de Londrina por Steffan (1974). Ademais, foi constatada por Willis & Oniki (1981) no Parque Estadual do Morro do Diabo, Teodoro Sampaio, São Paulo, próximo à divisa com o noroeste paranaense.

203. Registrada no Parque Nacional de Iguazu, Misiones (Anônimo, 1988).

204. Citada para o Paraná por Sick (1985). Também foi mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987) e para a margem paraguaia do Reservatório de Itaipu (Pérez & Colmán, 1988).

205. Um indivíduo foi observado por M.Bornschein e F.Straube na cidade de Guaíra, sobrevoando o Rio Paraná (X/1989).

206. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

207. Um indivíduo foi observado na região de Pontal do Sul, Paranaguá (15/V/1993) (Krul & Moraes, 1993c) e posteriormente M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert a verificaram no litoral paranaense (1993). Anjos & Graf (1993) a mencionam para a Fazenda Santa Rita, Palmeira. É espécie citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

208. Considerado atualmente um Troglodytidae (Ridgely & Tudor, 1989).

209. Espécie coletada por J.Natterer em Curitiba e Castro (Pelzeln, 1871; Straube, 1993) foi posteriormente observada por P.Scherer-Neto no município de Guarapuava (VI/1989). Registrada ainda, nos cerrados do nordeste paranaense (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991).

210. A questão de diferenciação desta espécie com T.guarayanus tem sido há muito tempo questionada uma vez que as características diagnósticas são problemáticas. Consideramos portanto uma situação provisória a sua ocorrência no Paraná, embora hajam vários exemplares coletados.

211. Registro para os campos e banhados do litoral do Paraná (Bornschein, Reinert & Pichorim, 1993).

212. Registro para a região noroeste do Estado (Anjos & Seger, 1988) e campos e banhados do litoral do Paraná (Bornschein, Reinert & Pichorim, 1993).

213. Citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

214. Registrada no "Arroyo Urugua-í", Província de Misiones (Argentina), em fins da década de 50 por Partridge (1961b).

215. Citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987) e Itararé, São Paulo (Pinto, 1944).

216. Citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

217. Registros dados por Rodrigues et al. (1981) para a Fazenda Monte Alegre, Telêmaco Borba; Bornschein, Straube, Reinert & Pichorim (1993) em Limeira, Guaratuba; e Seger et al. (1993) para a região dos Refúgios Biológicos de Itaipu, margem brasileira.

218. Um espécime proveniente da Fazenda Monte Alegre, Telêmaco Borba (Collar et al., 1992). Ademais, fôra registrada no Parque Nacional de Iguazu e Arroio Urugua-í, ambas em Misiones, Argentina (Collar et al., 1992).

219. O espécime atribuído a essa espécie, divulgado por Bóçon et al. (1992) é, na realidade um Sporophila falcirostris, conforme nos alertou D.Buzzetti em 1995.

220. Citada para o Parque Estadual de Vila Velha, Ponta Grossa (Scherer-Neto, Straube & Anjos, 1994).

221. Citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

222. Registros para a Fazenda Santa Rita, Palmeira (Anjos & Graf, 1993). Além disso, J.Natterer coletou a espécie em Itararé, São Paulo, quase na divisa com o Paraná (Pelzeln, 1871).

223. Observada por A.de Lara no Reservatório de Itaipu, margem brasileira. Coletada no "Arroyo Urugua-í", Misiones em fins da década de 50 (Partridge, 1961b).

224. Um casal foi observado por F.Straube no Capão da Imbuia, Curitiba (III/1985) e alguns indivíduos foram verificados por P.Scherer-Neto no Parque Barigui, Curitiba (XI/1985) mas podem se tratar de fugitivos de cativeiro. É espécie citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

225. Diversas observações por M.Bornschein e F.Straube nas proximidades de Porto Rico, Paraná e adjacências do Mato Grosso do Sul (II/1991). Já foi mencionada inclusive para Misiones, no Parque Nacional de Iguazu (Anônimo, 1988) e Laguna San José (Chebez, 1992).

226. Citada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987).

227. Registrada no leste do Paraguai, nas proximidades da divisa com os Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná (N.Pérez e A.Colmán).

228. Apenas conhecida nos cerrados da região nordeste (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991). J.Natterer e E.Garbe a coletaram em Itararé, São Paulo (Pelzeln, 1871; Pinto, 1944).

229. Apenas conhecida nos cerrados da região nordeste (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991), embora haja menção a observação da espécie em Assis, São Paulo próximo à região norte do Estado (Willis & Oniki, 1981).

230. Registros visuais no município de Paranaguá por M.Bornschein (XII/1991); Santo Antônio da Platina por P.Scherer-Neto e S.D.Arruda; e no Parque Nacional do Superagui, Guaraqueçaba por M.Bornschein, B.Reinert, F.Straube e M.Anciães (I/1994).

231. Revisão de localidades de registro no Brasil, incluindo a única informação até então disponível está em Gonzaga (1983). Martuscelli (1990) e Zimmerman (1993) a registraram na Ilha do Cardoso, São Paulo e em Blumenau no nordeste de Santa Catarina, respectivamente. Recentemente F.Straube observou um casal nas proximidades do Salto Morato, Guaraqueçaba (V/1994).

232. Registros, inclusive com material coletado, para a região norte do Paraná (M.Raposo, 1993 com.pess.). Willis & Oniki (1981) a constataram em Assis, São Paulo e Sick et al. (1981) em Santa Catarina.

233. Registros visuais nos municípios de Guaraqueçaba por F.Straube e M.Bornschein (VII/1988, VII/1989), Paranaguá por M.Bornschein, F.Straube, B.Reinert e P.Scherer-Neto (1990 a 1994); e Guaratuba por M.Bornschein, M.Pichorim e B.Reinert. Maior parte das constatações foram obtidas em ambiente de manguezal.

234. Menção de Partridge (1961a) para o "Arroyo Urugua-í", Província de Misiones, Argentina. Também foi assinalada para Cananéia, São Paulo (Willis & Oniki, 1985).

235. Embora considerada espécie distinta de H.amaurocephalus (Willis, 1990), preferimos os argumentos de Raposo (1993) que a trata como subespécie de H.poicilotis, baseado em observações de campo e análise de farta série, onde se inclui o material tipo.

236. Mencionada para Misiones, Argentina (Narosky & Yzurieta, 1987) e para os arredores do Reservatório de Itaipu, margem do Paraguai (Pérez & Colmán, 1988).

237. Espécie de possibilidade marginal de ocorrência pelos registros em Porto Primavera, Bataiporã, Mato Grosso do Sul em 1946 (Aguirre & Aldrighi, 1987), Naviraí, Mato Grosso do Sul (Anjos & Seger, 1988) e Rio Paranapanema, São Paulo em 1984 (Willis & Oniki, 1993). Ademais, F.Straube observou-a no Parque Estadual do Morro do Diabo, Teodoro Sampaio, São Paulo (VII/1990).

238. Mencionada para Misiones, Argentina ( Narosky & Yzurieta, 1987).

239. Registros para a região noroeste do Estado (M.Bornschein e F.Straube), área da Usina Hidrelétrica de Segredo, Pinhão (F.Straube, B.Reinert e M.Bornschein) e sul do Paraná (B.Reinert e M.Bornschein). Há um exemplar depositado no Museu Nacional, coletado por H.Sick em Rolândia (19/I/1974).

240. Observação de L.dos Anjos no Refúgio Biológico de Santa Helena, Itaipu (II/1987). Anjos & Graf (1993) a registraram na Fazenda Santa Rita, Palmeira.

241. Registrada no Parque Nacional de Sete Quedas, Guaíra (Scherer-Neto, 1985) e posteriormente por M.Bornschein e F.Straube (IX/1989) nas imediações da Ilha Grande, Altônia.

242. Aparentemente ocorre apenas na vegetação de cerrados do nordeste paranaense (Scherer-Neto, Straube & Bornschein, 1991). A menção para Curitiba (Pinto, 1944) é muito provavelmente um lapso.


Addenda aos Comentários da 1a Edição.

Anous stolidus: Registro baseado em Moraes & Krul (1996).

Lepidocolaptes falcinellus: A forma considerada subespécie sulina de Lepidocolaptes squamatus provou ser na realidade uma espécie particular (Silva & Straube, no prelo).

Myrmotherula minor: Mencionada por Whitney & Pacheco (1995).

Stymphalornis acutirostris: Formicariidae recentemente descrito (Bornschein et al., 1995) baseado em dois espécimens da região litorânea paranaense. Sua distribuição permanece quase que totalmente desconhecida e, aparentemente trata-se de espécie vulnerável. A descrição do gênero, também no mesmo estudo, é baseada em características siringeais e parece indicar que esse táxon tem grandes afinidades com Formicivora.

Hylopezus nattereri: Status específico reconhecido por Whitney et al. (1995).

Neopelma chrysolophum: Status específico reconhecido por Whitney et al. (1995).

RESUMO BIOGRÁFICO DOS AUTORES

Pedro Scherer-Neto nasceu em Curitiba a 30 de outubro de 1948. Suas pesquisas ornitológicas iniciaram quando ainda ligado ao Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), acompanhando os trabalhos de campo desenvolvidos pela botânica Luíza T.D.Dombrowski. Formou-se em Engenharia Agronômica em 1970 pela Universidade Federal do Paraná e, em 1984 adentrou ao curso de pós-graduação em Zooologia da mesma Universidade, concluindo-o em 1989. Foi um dos pioneiros na pesquisa ornitológica no Estado do Paraná, publicando as primeiras listas de aves da região e diversos artigos científicos relacionados. Enfatizou os estudos na Serra do Mar, nos campos naturais e em diversas unidades de conservação. Estudioso de diversos aspectos relacionados à avifauna paranaense, procurou conhecer com detalhamento a história natural de espécies ameaçadas, dentre elas o papagaio-de-cara-roxa Amazona brasiliensis e a jacutinga Pipile jacutinga. Trabalhou também com aves marinhas na Ilha dos Currais e espécies florestais em regiões naturais e em monoculturas de essências arbóreas. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Ornitologia e do Clube de Observadores de Aves. Em 1994 recebeu o prêmio "Ararajuba" da Sociedade Brasileira de Ornitologia pelos relevantes préstimos ao conhecimento e preservação da avifauna brasileira. Atualmente é funcionário da Prefeitura Municipal de Curitiba, lotado na Divisão de Museu de História Natural.

Fernando Costa Straube, nascido em Curitiba a 4 de junho de 1965 iniciou suas pesquisas em Ornitologia em 1982 quando, após participar do 1º Curso para Observadores de Aves passou a dedicar-se ao estudo da biologia das aves silvestres no Paraná. Suas atividades alargaram-se também pelos campos da Biogeografia, Taxionomia, História da Zoologia, Etnozoologia e Educação Ambiental. Participou de atividades relacionadas à conservação de recursos naturais do Estado, inclusive relatórios técnico-científicos e planos de manejo e gerenciamento de unidades de conservação oficiais e particulares. Escreveu o capítulo Aves no Livro Vermelho dos Animais Ameaçados de Extinção no Paraná, obra que culminou com a primeira lei estadual de proteção à fauna ameaçada de extinção. Publicou diversos artigos em periódicos científicos nacionais e do exterior tendo por várias oportunidades os apresentado em congressos, simpósios e conferências de Zoologia e Ornitologia. Como consultor, participou da Comissão para Modificação dos Símbolos do Paraná. Colaborou com outros autores de artigos e livros científicos, destacando-se o Bird Red Data Book of the Americas e o Ornithological Gazetteer of Brazil . Filiado a várias entidades científicas, dentre elas a Sociedade Brasileira de Ornitologia e o Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. Entre os anos de 1982 a 1996, foi pesquisador colaborador do Museu de História Natural Capão da Imbuia (Prefeitura Municipal de Curitiba) participando da ampliação, conservação e organização do acervo ornitológico.

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Última modificação (Last modified): setembro 09, 2001